quarta-feira, 20 de junho de 2018

NOSSA LEITURA DO PORQUÊ OS REVOLUCIONÁRIOS TEM TODOS UM QUÊ DE QUEER

Ensaio



 NA FIGURA DE DOM QUIXOTE DE CERVANTES, NAS PERSONALIDADES CAPA DO SGT PEPPER`S, EM FERNANDO PESSOA OU EM CLARICE LISPECTOR, PASMEM, EM JESUS CRISTO, NOSSA LEITURA DO PORQUÊ OS REVOLUCIONÁRIOS TEM TODOS UM QUÊ DE QUEER

ANOTAÇÕES FUNDAMENTAIS SOBRE SER QUEER DURANTE SÉCULOS - ALGO ASSIM COMO NOSSA AVALIAÇÃO CONCLUSIVA DA MATÉRIA “Metodologia de pesquisa em Cinema e Audiovisual”.
                                                                              Seminários realizados na UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas, entre 6/03 a 26/06 de 2018.
REVELADOR DO GRUPO: Prof. Dr. Pedro Maciel Guimarães Junior

ASPIRANTES A REVELADOS QUEERS PRESENTES: Guryva Portela, Henrique Rodrigues Marques, Emilia Santos, Cássio Starling, Augusto César Cavalcanti de Souza, Luíza Zaidan Granato, Eduarda Wilhelm, Laís Teixeira, Ana Paula Akino, Luiz Felipe Baute, Rogério Moreira, Gabriel Lisboa, Bruno Dal Molin, David Terao, Marcel Cancian, Grazielle Simões, Liciane Mamede.


Todo bom recomeço vem de uma noite de sono. De tão obvio e natural, o humano se esquece. Se não tens fígado, vais ao leito. Elucidação pessoal após desdobramento do sono na manhã de 20/06/18-
Falemos do porquê Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, era o nobre e delirante personagem queer.
Don Quijote, como todo bom insano, transcendeu-se do domínio da identidade ao apoderar-se o título de nobre e cavaleiro sem deverás ser nominado por outrem. Representação regida a cabo de perfeição satírica na mente de Cervantes, a criatura, não menos que isso, quis salvar o mundo e as minorias viventes ao seu redor. Além, percebe-se que a sua sexualidade foi sublime em vislumbrar-si dragões em moinhos; lutas imaginárias com seres diversos do regime e da ordem, um dissidente, um queer verdadeiro. Ponto 1 para análise futura.
Pretendemos delinear arabescos de análise e nem tanto vossas complexidades nestas, que ficarão como encargo do tempo de digestão científica.




Moinho Cervantes com perspectiva de grafite. By us.

Sendo tal, para pontuar as duas parolas do título deste compendio “durante séculos” de ser queer, estudos semelhantes de personalidades, teriam tido com as personagens históricas que estão na capa do álbum Sgt. Pepper`s Lonely Heart Club Band, dos Beatles. 1967. Escolhemos para ti um dos ali constantes: William S. Burroughs. Afortunadamente, muitos dos queers e demais presentes no eixo, apesar de não importarem-se muito com desfavorecidos da sociedade, sendo eles mesmos delirantes o suficiente no mundo interno do anseio e do sonho eterno de ser e não ser, eram, camarades queers. Voila. Ponto 2 para análise.
No viés lisérgico na correnteza de idéias que flui dos desdobramentos, meus carissimi, já irei logo na raiz para não adentramos o mundo de centenas de queers, naquilo que elevar-nos-ia aos discursos que já o escrevemos na noite, em anterior desdobramento (sim, tudo está escrito em outra matéria) houve nítida prova disso esta manha. Vem sendo e como estou transcrevendo um modelo de um projeto original que poderá ser consultado na integra quando vossas excelência deixarem essas carcaças pesadas que são os vossos corpos e aparatos materiais ao trivial instituído da classe; do nome; do humano demasiado, digo:
A palavra anglo-saxônica queer não tem referente de significação em língua portuguesa. Elucidou-me o colega Henrique que os gays começaram se denominar queers e os contrários ao grupo usavam de forma pejorativa o queer como ofensa. Não sei se é esse autor que a Emília citou, mas fica a boa referência: The Culture of Queers de Richard Dyer, 2002. Ed. Routledge. Queer seria aqui tudo o que se põe adverso a identidade, estranho ao nome, portanto, em defesa ao que é excluído da sociedade majoritária, ainda diz que os trejeitos de gêneros são ordenadamente transmitidos pela cultura vigente. A sexualidade para o bom e velho queer não estaria imposta aos órgãos sexuais – Emilia cita: “uma drag queen faria uma performance, uma projeção da sexualidade no tempo, enquanto o gênero seria passado por permanência no tempo, como um ritual cultural constante. O queer está fora disso tudo. Não envolve sexualidade e sim tudo o que é contrário, estranho a estrutura natural ou ainda social. Muito louco, não é?
Que venha-nos as pedras, entretanto logo abaixo deixarei claro porque todos esses que citei e esse que vos escreve está muito, bem muito abaixo, do exemplo que escrevo, absolutamente, contanto, por um viés de interpretação, Jesus Cristo pode ser comparado ao queer dos queers. Nada estaria fora de senso interpretativo, pois o que fragiliza aquilo que iremos expor é que o paradigma queer pode abarcar todos os revolucionários que já pisaram essa Terra, facilmente.
Ouvi, dias atrás no programa café filosófico, que Freud sugeria aos pais que vinham procurá-lo para que ele curasse algum parente da homossexualismo ou lesbianismo, enquanto o mesmo era sincero em dizê-los que tal não seria possível, mas que aquilo não deveria ser um problema, sendo que grandes personalidades (dizem Platão e Michelangelo) eram gays.
Muito louco e muito bueno, porém hermanitos, a sociedade brasileira não me pega mais. A sociedade brasileira é interesse próprio, o que a torna hipócrita, além, somos uma society vergonhosamente moralista e não moral. Assim que, um conceito que poderia ser muito bem abordado, será defendido sim como identificação de grupo, identificação que, aliás, já está ocupando terreno político e ademais vai fluir e mudar de acordo com a maré que interessa ao indivíduo queer brasileiro e ao grupo (se tem grupo tem identidade, vise?) e para quê? Para obter poder. Isso é política, e brasileiro ama política, porque ama tomar vantagem do quê só a força em grupo, em comunidade, em partido, garantem. Bem tipo chantagem.
Aqui entramos ademais no fundamento que interessa-me como criador. Não estudarei em profunditad cierto, mas Emilia adentra no terreno de Hegel e de Foucault. No que elaboro agora, o bom queer seria a quebra ao que todo poder teme, pois o que Hegel desenvolve é que o desejo nasce somente pelo contato com o outro. Como política somente existe por um grupo de indivíduos, amparada e para o grupo social desses indivíduos, política é algo coletivo e assim que necessita identificação e empatia de seus membros. Seguindo com Foucault o sujeito se reconhece como tal pelo confronto com o outro, de modo que ou tu te enquadras em algum grupo, ou tu te esforças para ser capa de uma super banda de rock se fores de vosso mérito, pois tu é queer, all right! E ser sem identidade é pagar o preço de estar em of. Fora do grupinho do bolinha ou da luluzinha. Tu Consegues ou choras?
Portanto há sim um dispositivo revolucionário no verdadeiro queer, pois nosso argumento se monta que gênero, identidade, disciplina, sendo disciplina de desejo, seria estimular uma disciplina castradora do raciocínio para mantenimento de poder, daqueles dinossauros óbvios de sempre que se mantém a séculos na liderança, nas posições estratégicas nas instituições, onde só entrariam os que são do bando, do grupo, do nome, e que são ditos como da hegemonia cultural.
Pois bem carissimi, tal revolução bella queer verdadeira não ocorre exato e porque há o egoísmo e o orgulho que citei. Vejo que tudo que massifica vira força de manobra de interesse. Os grupos usam as idéias que interessam aos grupos, descartam o que não convém ao grupo, e em momento algum silencia-se para sentir que há indivíduos viventes num universo gigantesco que respira à convivência e não à dispersão.
A não identidade somente existe quando tu percebes que é tão igual, semelhante e pertencente aos demais, que não tem lógica e necessidade de eu, de si mesmo. Percebas que isto não está em afrontar e ir contra, é encontrar o seu espaço, ser útil aos demais e pertencer. As pessoas que vejo ao lado, pessoas que se julgam sem identidade e a favor das minorias, não o são por manter o interesse próprio. Não abrem mão da identificação, do orgulho, pois identificar-se leva a uma maior facilidade de chegar ao poder, seja ele posição de líder estudantil, sindico para liderar num condomínio, líder de um departamento tal ou qual, ou, se adentrares com fé e força, presidente da republica. Nomeno e in fatto.
A teórica queer, diferente do LSD, não surgiu da academia e revelou-se nas ruas. A teoria queer permuta no gueto homossexual e ganha as “boas letras” na academia nos vindouros anos 1970. Realmente aqui tive postura de aplausos, porque de sofrer tanto, esse grupo se uniu muito. Não sei se isso nunca seria como tal se não fosse tão natural que homossexualidade é como tudo que aufere ao espírito-corpo, portanto não escolher credo; cor; riqueza ou pobreza, para eclodir em alguém. Fico feliz que aconteceu de um modo ou de outro, dessa forma de quebra de padrões moralistas, pois a academia é para a sociedade e a sociedade é para a academia, algo como unificação e não divisa, comunidade acadêmica cierto?
Termino a aula perguntando ao nobre Henrique se Fernando Pessoa seria um escritor queer? Ao menos em criar identidades e desmitificar um “eu”, acho que imaginam a resposta. Risos Depois da revisão desse noble essay, diremos que Clarice Lispector certamente é um dos elementos vigentes das nobres brasileiras queers. Vale vale. Naquilo que vise na entrevista em que nos identificamos e fomos ao delírio quando Miss Lispector se declarou já ter morrido, ao vivo, e em toda sua proficiência na empatia por narrar e criar a saga de Macabéa, além mais, sua linda literatura atipicamente bella du tout.
C`est fini.

O SEMESTRE OU ALGO COMO REVOLUÇÃO REVELADA MENTAL EM DETALHES
A matéria ministrada por Pedro é fundamental para iniciados ou aspirantes em pesquisa de cinema. Partimos descobrindo a vitrine pelo inicio do século passado até a atualidade. Aula de sociedade revelada em representação de criadores fundamentais do produto fílmico, da forma artística que foi se modificando ao advento tecnológico do aparato, do vocabulário criado para o novo, numa elucidação cronológica e gradativa que nos faz entender o quanto o processo criativo é vivo, naquilo que emite e retira do ambiente, se entrega e não permite que se leve e perca no todo para que ainda sobre o que narrar por si. Incrível. Conhecimentos que permanecerão sempre no que fizer. Entendi porque fui impelido entrar numa graduação de cinema há 17 anos. Image Movement Revolution era.
Sendo em qualquer pós que pretenda ou venha integrar, cinema ou jornalismo, humildemente levarei como lição de respeito aos integrantes dessa mesma pós que porventura aceite-me como um ganho em ambos os corpos, a altruísta abordagem ampla do assunto do cerne científico escolhido como célula matter da paixão pela pesquisa. E acima de tudo a divulgação e partilha dos materiais de estudos, livros, teses, e demais trabalho que produzirmos. Ciência é partilha. O que não se compartilha não vive, e cientificar de verdade é prolongar a existência e a vida de quem for adepto ou possível.
Sou divinamente agradecido por conhecer pessoas fantásticas com perspectivas e metas diversas em seus profundos conhecimentos que interagem num mesmo tema: cinema! E é bom saber que nossa diferença individual se torna enriquecedora quando se tem respeito aos demais. Avante reveladores! Avante.

Como é bom mencionar alguma negatividade, diríamos que seria esta: conversamos alguns tópicos sobre a importância da inclusão universitária e percebo que havia tantas carteiras sem ocupantes, vazias em nossas ricas aulas. É fato que possa haver limitações de numero de ingressos, mas se não houver limitações de aspirantes que possam e queiram ouvir as aulas da UNICAMP, gostaria sinceramente de ver essas carteiras um dia ocupadas por pessoas como eu, que pediu humilde educada e insistentemente para somente ir absorver esse conteúdo sem nem mesmo ter a menor certeza se irá seguir carreira. Grato Pedro.
Bora encher a tela e as carteiras. De conhecimento fora dinheiro... valeu!

Cordial,
Augusto César Cavalcanti de Souza
http://lattes.cnpq.br/1800640710628188

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Oh God, Portnoy`s Complaint has turned into beloved light over the rainbow


Nosotros solamente tenemos algo a disser: life without the veracity of elevated pornography sucks! Judeus ou não, estamos como órfãos de um verdadeiro mestre. Como o artigo presente não vos cabe, só dizemos como se disse ao babe (porco): Arrasou! -vai-te e não peques mais- rs. rip Philip Roth.


Ontem, o amor era como um jogo fácil de jogar, não, pois não. Quando elevamos o sujeito em discussão elevada nunca será fácil e é aí que reside a beleza e o trabalho. A aula na sala PB08 do PPGMM coube à teoria cultural do cinema.

Começa o trem com a new left inglesa, e culmina em algo junto da revolução de 68, no que entendemos ok, particularmente três teóricos (as) bons querendo introduzir para Academia o underground e a discussão que cultura é diversificada e não só um cânone acadêmico e hegemônico.
Na Inglaterra foi uma discussão de classes e quando atravessou o oceano, na Ámerica tornou-se classe e etnologia. Particularmente América (país USA) é um continente enquanto comparado á Inglaterra, e tem mais Universidades (não havia-me percebido, contudo essa é uma informação importante - mais = diversidade).

Somos gratos ao caro Luiz Baute, garoto espirituoso e esperto que nos explanou tudo isso ok. Não fui pesquisar o nome dos autores (srta Cevasco, sir Williams), que aliás, a ultima frase citada de levar-se o trabalho intelectual as classes de trabalhadores que não consideram e veem isso como trabalho (não no âmbito de luta, mas que no caso, nem passa pela cabeça dos mesmos que sentar-se numa cadeira de Universidade numa terça-feira à tarde das 14:00 às 17:00, sem lousa porque a sala da chave da lousa está fechada por greve, possa ser carreira)... mas enfim, sigamos.

Nessas alturas, professor Pedro, avaliando os estudos culturais Europa / EUA, provoca: "por isso eles nunca produziriam um cineasta como Ken Loach". Caro mestre, devo-vos confessar que sou algo como doutrinado pela hegemonia, pois acabo de, após ter marcado como pesquisa, ler sobre Loach. Esse cara deve ser bom, porque posso ter visto algum filme dele, raro e não me recordo. Tudo que é escondido causa na base e no alto, portanto está aqui para tomar-me já de grande impacto, separamos o 11`09`01 September 11. Assim já vemos vários autores num compendio, pardon moi.

Vou resumir aqui considerações porque queremos limpar o meu escritório, que agora é a casa de sala, cheia de pêlos dos cães:

1) Diversidade. A diversidade como algo bom: só o poderá ser se se mantiver o objetivo / propósito. Na real aqui há uma quebra e uma dor, que é melhor que todo criador aceite logo: nós somente podemos agir naquilo que nos é próximo. ponto final. aceite. Causar catarse e progresso nas demais pessoas que não estão na academia depende do quê elas estão procurando e, não daquilo que nós queremos que elas procurem.
Eu diria que aqui há inerente enquanto exclusiva uma escala de complexidade. Quando discutimos da pesquisa de uma nobre autora (Eleanor Spencer-Regan, ?) ou (Stephanie Burt, ?) elaborada no comparativo da Taylor Swift com Sylvia Plath (ou Elizabeth Bishop), o que colocamos em análise, para mim, é essa escala de complexidade da representatividade da criação.
Lembro-me aqui quando disse na graduação, lendo uns "cabeções" intelectualmente aceitos como divindades pelo cânone acadêmico, que havia em assunto/ tema um comparativo de idéias neles que poderíamos encontrar nas letras do Chorão ( Charlie Brown), basicamente fomos apedrejados.

Resumidamente, aqui está algo que é: para qual grupo que você fala? O próximo a ti. Sim, a hegemonia usa o "pop" como o quer a partir do momento que isso dá lucro, e essa arte tensiona a arte hegemônica (dos salões da nobreza) na medida do possível, mas teor de complexidade de entendimento não é massificável. ponto final. isso vem da platéia e não do criador, infelizmente, e o bom criador tem que se dar por satisfeito quando eleva ao progresso um único ser numa platéia de mil, e aqui vai o golpe de misericórdia: você criador tem como prova que fez algo significativo, quando nem a hegemonia, nem o underground, nem a sua família, os seus cachorros, seus amigos queridos, lhe compreendem. E tu estás sozinho nessa, somente com o áspero enquanto liso, hálito dos seres impalpáveis que criaram o que você converteu em obra. Esse é o grau em que estás, o grau máximo e futurista enquanto vanguarda, e é incompreensível. Por mais que tenha muito do que se porta como incompreensível porque é lixo mesmo. Perecível. Algo que a Sothebuy`s vende muito todo ano para lavar o grosso dinheiro que sobra.

Aqui lembro-me do saudoso professor Bento dizendo-me: "nós ensinamos filosofia, não a filosofar". Essa é a separação máxima que independe dos muros da cultura. Isso depende-nos aceitar a diversidade de elevação de cada alma/espírito. E termino com uma colocação de Haroldo Dutra Dias, pense numa assembléia de seres onde estão presentes Sócrates e Napoleão (uma outra forma de Alexandre, o grande), e pense, essa assembléia aconteceu. Sabes tu por que um filósofo e um estadista estavam ali juntos. Porque Sócrates não irá fazer o trabalho de Napoleão e, nem vise e versa, all right?
Diversidade dos Carismas.
ponto final.
(agora vais estudar um pouco ao invés de masturbar-se -vais e não peques mais-)







(young master Roth)

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quarta-feira, 9 de maio de 2018

Disruptive UNICAMP chronicle, or how rubbed people are going to vanish Right and Left notion


SOCIEDADE DISRUPTIVA CULTURAL











Provaremos, todavia ao que virá a ser narrado, a disrupção crônica metodológica, sedimentada ontem na aula, temporal do nosso pensamento como autor, que há e não há, a ver sobre teoria do documentário no PPGMM-UNICAMP, o que nos levou ao choque, coexistindo entre os dois pólos cultos da sociedade brasileira, que se denominam Esquerda ou Direita, que o diálogo independe, menos da língua a ser falada ao qual do conteúdo a ser transmitido.
Isso porque descobrimos ontem mesmo, umas 15h43min da tarde, depois de jogar uma água nos rostos num banheiro sem papel, que no continente brasileiro as pessoas cultas que falam português não se entendem quando ainda por mesmo idioma conversam em um conteúdo que não lhes cabe na mesma área, ta ligado?
Pensas que somos retardados, bem o sabem? Que falamos a coisa mais obvia ali acima porque já pudeste viajar para o Amazonas, para o Nordeste e um bocado na península ibérica?
Contextualizemos assim para que caibas em vós a nossa voz. Eis que estamos na sala onde evoca-se o nosso caráter na ilha PPGMM UNICAMP, sala PB08, e estamos discutindo a teoria do documentário do cinema. Ilha: quantos por cento dos brasileiros estão numa terça-feira à tarde numa sala de pós-gradação, talvez no melhor do melhor nesse campus agora? Ilha. E o Pedro sempre nos lembra disso. Por viés obvio a ética (que no caso dos autores cronistas preferimos a palavra moral) surge ao se falar como foram abordadas as pessoas no documentário de Gabriel Mascaro Um Lugar ao Sol. Gabriel Mascaro teria conseguido o depoimento falando que era uma entrevista para o programa fantástico da rede Globo, para ser recebido nas coberturas (apartamentos) por e daqueles cidadãos. O bom colega Henrique (filhote da UFSCar como noi) disse-nos se acharíamos justo se alguém fosse num acampamento Sem Terra e recolhesse os depoimentos da mesma forma, um tantico sem moral né, onde diríamos que pelo resultado do objeto fílmico documental, los fins justificam los meios.
É ai que fica bacana galerinha. Entrou o lance direita esquerda.
Oh Glória... somos os netos bastardos de uma bastilha que nem na França faz mais o menor sentido, sejamos justos: dois pólos políticos de postura no planeta? Sugerimos a sociedade tomar mais ayahuasca , ver se no mínimo apaga de vez, ok.
E o quê nós cronistas, colocarei o horário aqui ta, mesmo sabendo que acusarão de meio escuso de chamar cronos ao descritivo, o sol estava a 23º leste na janela PB08, certo? Foi então que descobrimos termos havido feito um milagre, pois vínhamos convivendo afortunadamente nas duas maiores ilhas que conhecemos agora, naquele instante, sol à pino: imerso na nata esquerda intelectual Brasil e ainda enquanto flertando na nata direita Brasil; e como sobrevivi sem a hipocrisia vigente e política? Talvez, com muita diplomacia, admito:
- Trabalho operacional árduo enquanto na hora do lazer, arte; filosofia; e um biker, que ninguém é de ferro.-
(Assim sobrevivemos)
 O Brasil culto na academia ou no empresariado, falando o mais culto português do Brasil, não se entende porque o conteúdo de um não chega ao outro e o conteúdo do outro não chega a um. Meus novos amigos da UNICAMP não recebem conteúdo da vulga Direita, como meus antigos amigos da Corporação empresa não recebem os conteúdos da vulga Esquerda. E será que ninguém nesses dois pólos pode parar um pouco a arrogância e o egoísmo? Só pára um pouco mano, só para tentar entender a melhor palavra que o Pedro nos ensinou nos últimos dias, ao menos a mim: Fricção.
Não, não estamos propondo um novo exercício de Crossfit no fim da tarde. Pode até ser sexo, obviamente deve ser o que tu primeiro pensaste, bem sabemos. Fricção. Na nossa cordial opinião como autores crônicos, a Esquerda não está com a razão, nem mesmo a Direita. Devesse pegar o que existe de progresso em uma e friccionar na outra. Não se vive e constrói uma nação com uma pitada da não emoção e frieza do bom empresário, nem tão pouco sem o emocional e conhecimento intelectual de um pensador. Bem vindo à sociedade friccionada, se assim o quiser. E será bacana o momento em que os dois pólos bruxos ouvirem o outro lado, o que o outro tem a dizer, não invadir a casa tirar a imagem e fugir na massa, (foi mal Mascaro).
Usemos o lance do prédio que pegou fogo em São Paulo semana passada. Começarei de trás para frente tá: São Paulo é difícil de viver para quem tem muito dinheiro, imagina para quem não tem nada, então, que raios essas pessoas estão fazendo lá? Pagando trezentos, quatrocentos reais de aluguel para salafrários para viver numa favela de concreto que numa madrugada qualquer de lua cheia irá pegar fogo?
Olhem, nós aqui mismo, autores crônicos, não conseguimos morar em São Paulo com curso superior e, se morássemos, atuando como estagiários numa boca qualquer, nossa família, que não poderia ajuda, teria que ajudar com grana extra. Saberiam vocês sem teto, que no Brasil, em lugares muito mais saudáveis, com os mesmo 400 reais ainda compram-se um bom terreno? E vocês me dizem: e vai se viver do que lá? Pois bem né irmãos, pós e contras: comida não dá em cimento (apesar de ter uma dona no prédio que queimou que cultivava uma horta), vocês não conseguem estudar em São Paulo, conseguem? Para ter um futuro e presente mais bacana... No árido também não rola estudo, por enquanto. Cremos que passar a existência ai numa favela de concreto, sem comida boa, com subempregos, sem estudo... não tá legal, diga a si mesmo, ta legal?
Pensemos numa associação ao oriente, vai comigo? Em como fazermos uma comparação breve, imaginem: termos nascido nos países em caos extremo no Oriente Médio. Caros amigos fraternos, na primeira oportunidade que surgíssemos depois de termos tomado consciência que o jogo é esse e que estamos na fase, pegamos o password para lá tá, mas estamos na fase do literal inferno, se ainda vivos com doze treze anos, nós sumiríamos de lá, sumir: fugir de qualquer maneira. Sem dó e sem dúvidas. A outra opção é morrer defendendo uma causa estúpida. Neles é numa guerra idiota, em vocês, espero não ser num sindicato ou numa política tão espúria quanto se propõe santa ok. Saia o quanto antes de São Paulo capital. Nós autores com tudo que possuímos de letrados até quisemos, hoje nunca nos levaremos à menor possibilidade de morar em SP capital ou RJ cidade maravilhosa, vai nessa?
Na nossa singela enquanto cordial opinião, senão o mais, um dos argumentos mais ridículo é dizer que um profissional brasileiro é somente ganancioso, enquanto não somente estaria medindo os pós e contras, quando o mesmo decide, por ser autorizado pelo convite, em ir exercer aquilo que se propôs em outro país. País mais desenvolvido, e aqui o mesmo fica como um espúrio traidor mercenário a pátria que expatriou. De qual causa o mesmo é traidor? Por querer a possibilidade de usar o melhor naquilo que se propôs a fazer? Vejam que tal discurso vale para jogador de futebol, lembro-me quando argumentamos com um inglês em Ushuaia e, ele muito justo como costuma ser, disse-nos: “Você é um cara muito mente aberta”. Foi quando ele disse que os ingleses se mantêm na Inglaterra para jogar. Eu disse, os brasileiros vão porque é como um bom executivo faria: exercer o melhor no melhor.
Disse-vos isso porque podemos ser apedrejados nesse instantes em pensamentos de fundamento negro e denso, contudo o cineasta José Padilha, que sumiu daqui para Hollywood, fato que muitos que o criticam o fazem porque sonham com uma mesma oportunidade de possibilidade contanto ínfima, mas Zé fala umas grandes verdades no programa do Pedro Bial da rede Globo, quando descreve a política brasileira de duas décadas pra cá. Jogas ai no Youtube que tu achas, ok?
No Brasil, na educação, há uma discrepância que ainda não obtive respostas: o ensino fundamental e médio do Estado só piora. Eu sei disso em casa e freqüentando o meio. É horrível tá, as crianças e adolescentes vão às escolas basicamente para comer a merenda. Na contrapartida, o melhor do melhor da formação de graduação superior se dá ainda nas Estaduais e Federais, vise que muitos alunos que estudam nas mesmas poderiam até pagar o ensino particular, mas preferem essas onde a disputa é acirrada para entrar. Isso para mim tem uma lógica que não consegui decifrar, mas creio agora às 16:42 do dia 09/05/18 que possa ser porque a Pesquisa do Grau Superior dê um retorno muito bacana para união.
Nós somos afortunados cronistas, pois bem, já notastes por quê? Conhecemos realmente bons empresários que nos escracharam ao ir, como simples ouvinte, na UNICAMP, algo que sou muito grato por nesse instante pertencer, mas o argumento obvio desse pólo é que eu iria virar petista e estaria tudo certo como acadêmico e que iria ganhar sem devolver nada para a sociedade. Em contrapartida, pisamos em ovos enquanto a academia pode achar-nos um investimento de risco porque, apesar do emocional esquerdista, não vejo a esquerda vigente como salvação do mundo a menos que não entenda e use uma parte do dialogo da direita.
Papai, um grande trabalhador, foi professor do fundamental e médio do Estado, nas boas línguas um dos melhores professores da matemática que puderam ver, e, sempre me disse que intelectual é improdutivo. Estamos juntos velho, sempre estaremos, e iremos solucionar a encruzilhada, tá, prometo. Visto que o quê é necessário é progredir a si mesmo e trabalhar para os demais.
Nós podemos ser um meio termo, brasileiros. Ninguém tem a razão absoluta no atual momento de nossas vidas individuais do espírito, bem como a chave de ouro que abre a cabeça humana para lhes por ali a pedra filosofal da evolução individual. A Esquerda não irá salvar, a Direita jamais salvaria, entretanto nas cabeças friccionadas por ambos os conceitos salvam, a si mesmos primeiro, e, sugestivamente aos demais depois.
Aproveitastes bem a Disruptiva sociedade?
São 16h58min.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

(texto em desenvolvimento, por gentileza aguarde)






UM BEBÊ NASCE NA SALA DE PARTO
Para que a embaixada de qualquer nação estruture-se no território pertencente por outra qualquer nação, anfitriã e livre receptora, ou, violada, geralmente as mesmas mantém ligações diplomáticas, quando não, existe o tal desacordo diplomático, entretanto, há a supremacia de uma para outra, ou, intermediação pela ONU. Perceba que a mesma relação pode fundamentar "n" sistemas, tipo, um bom artista usa um bom sintagma (nação da academia subjetiva dele) autorizado pela linguagem (nação exterior a ele), contanto que ambas mantenham relações diplomáticas, de entendimento e gosto do público que habita em ambos. Muitos fatores humanos regulamentam tais fronteiras de aceitação, definindo o que interessa e não interessa ser divulgado e promovido, principalmente se a linguagem tem o poder de reconfigurar os grupos e nichos bem estabelecidos, porque, apesar de não extinguir cada nação de seu próprio conteúdo seguro de signos, irá de certa forma re-estabelecê-los, e creio humildemente, nesse exato momento da Terra, re-estabelecer em unificação moral. Unificação sem a exclusão das particularidades, obvio. Já tem sido assim com a ciência, obviamente com patentes polposas, entretanto particularidades científicas que sejam para o progresso e para o bem vem prosperando mundialmente em descobertas comunitárias, não é?
OK,
Pois bem, um bebê vem de uma nação até agora desconhecida, passa pela embaixada do ventre autorizado e materno, e brupt!, escapa para nação receptora sabendo que se esquecerá dos signos de onde habitava, e, aprenderá reconfigurá-los, á partir daquele exato choro pelo oxigênio invasivo em suas pequeninas vias novas de respiração, e, abrindo os olhos, ele vê a imagem. Não sei aqui se o bebê chora primeiro pela brusquidão de respirar, ou, vê o que vê, primeiro. A imagem! Fantástica e materialmente de sua nova realidade externa. Imagem ou ar nos pulmões? Contudo, deduz-se o ato de respirar como causa física de primeiro incomodo, enquanto ver é uma cognição. As informações dos signos do planeta que acaba de adentrar o bebê, quando acordado/a pelo oxigênio em suas vias respiratórias, (por isso, também, os bebês dormem tanto tá, necessidade de retornar ao passado onde era habituado/a aos signos, meu caro/a... chatos irão dizer que é só o cérebro em desenvolvimento, obvio - conheço um garoto fantástico que chorou 1 ano e 9 meses sem parar, não teria o cérebro bruto do Gabriel sofrido pela falta de descanso?)
Sendo de fato comovente, após o abraço numa temerosa mãe (que é uma outra nação - aqui já irei substituir por bebê (sistema de significação 1) e mamãe (sistema de significação 2), equipe médica se despede, nenhuma pinça ou tesoura esquecida no ventre, o natural poupa do risco tá e além,  no melhor dos casos é o bebê que tem que aceitar ao martírio de reaprender conciliar a sua significação com a significação de de tudo e de todos dos sistemas novos aos quais estará fatalmente exposto. E saiba bebê, vossa senhoria pediu para essa fatalidade, certo. Mamãe, papai aceitaram e o não mais que mandatário do universo permitiu. Pois bem, daqui só piora tá. Se quiser seguir vá por conta própria leitor, leitora. Apagam-se as luzes. O berçário que vejo ao narrar é um tantinho de nanosistemas afoitos por um peito, e a mim, tenho um peito afoito que os mesmos sejam capazes de driblar as denotações maliciosas e signifiquem todos o bem, cada qual com suas ricas características individuais de sabe-se lá onde, quanto, e à que se deve dar atenção, acolhimento e educação cognitiva para suprir os traumas, partiu ok. Tomar um psicotrópico na sala ao lado e segue.


Não saberia garantir de quanto a imagem repetida em movimento (cinema) ou por teletransmissão televisiva influência tanto mais ou menos que o contato com os humanos (pai, mãe e irmãos) na formação de um bebê, nascido como eu nos meados de 1980. Pus eu aqui porque como não posso garantir, vou dar a cara para bater né. Não farei o retorno psicanalítico até, básico, essa porra de suposição da psicanálise já torrou meu saco. Poderia falar que o bebê percebe que o mundo é mundo e ele é ele quando se dá falta da mão, porra! não né nego, já escrevi ali em cima que para os mais avançadinhos o dito cujo sente o ar esfolando suas vias respiratórias, cega-se com a luz (?), escuta seu choro, sente o cheiro da mãe..., e tu vens me supor que por associação ele só tem essa quebra quando sente a falta da mãe (ou de um outro adulto que o ame), parabéns é uma linda história, bem como de tudo que vem ademais que associa a imagem de alguém ou fato passado sem devida liberação das emoções no momento por "n" motivos com um sentido que supõe-se criar futuros neuróticos, seriais killers, consumidores adéptos. Na época das histéricas fez um determinado sentido os estudos, mas agora meu caro, não mando nem para Freud e Lacan renascidos o meu bebê para análise em cima dos atos falhos da sua fala. Aqui tendo o bebê para os seu discípulos quatro, cinco anos, outra balela sem fim.
A primeira vez que fui ao cinema e assisti algum dos Star Wars foi bem impactante. O tamanho da tela, o som, o fantástico do filme também ajudou, contudo, para sorte dos meus pequeninos leitores, devido ao palavrear arcaico e chulo, formei-me na televisão mesmo. A tv foi um momento de conjunto que o cinema não teve, porque lembro-me da viagem estasiante onde dormimos eu, meu irmão, papai e mamãe na sala da minha madrinha numa casa simples em Santo André e aquilo foi demais. O filme era Top Gun e por bom tempo queria voar como aqueles caras, sabia o nome de avião e queria ter avião. Bem como isso continuou. minha emotividade se mostrou com a tv e filmes, quando algum dos personagens de desenho morriam eu chorava. Chorei com a morte da mãe do little foot o dinossauro, com cachorros que morriam. De modo que como em cada adulto não educado sobre os códigos de signos do sistema que está consumindo e acaba sendo o consumido, por não perceber que aquilo carrega uma significação, mas narrativas de imagens são um bom meio dos papais perceberem os vestígios das falhas que os seus bebês trazem no sistema de significação dele e ir podando-nas ok.

Quando cresci percebi os signos dos sistema de significação da Literatura, sem que ninguém me o disseste. Até mesmo com o sfilmes que via na TV, pois não pensava mais, nossa que ro ser como tal ou tal sujeito, pensava: poxa Deus, se for possível, gostaria de criar algo assim para emocionar as pessoas. Lembro disso quando assisti Coração Valente com dezessete, dezoito anos. Entretanto, a Literatura me decifrou por dentro toda a linguagem que ele me mostrava por fora. Eu admirava o signo palavra, as via correlacionada em sentido numa frase de Machado de Assis, entendia o significado abrangente do mundo que esse mesmo autor contava em meus ouvidos, sim sim, eu escutava, sempre houve alguém ditando os textos em uma fala que era de impressionante macies e bondade.

Por volta dessas, digo que tentarei propor como estudo de mestrado, um estudo da fala dos personagens do objeto fílmico. Quando comecei estudar artes e cinema e obvio ver mais filmes, percebi que por análise assistimos muito filmes com legendas e nisso me apeguei aos diálogos como se fosse um signo do filme, quando não é, pois o que se tem num filme como narração de algo que foi texto, é o som das falas diretas ou de algum narrador. Pois lo credo, hay brujas! Estou em mente um filme moderno onde o diálogo é fundamental na ligação de uma sequência a outra, como no teatro, aliás a original é uma peça de teatro. Dá Jogo ok.


Gostaria de sugerir-vos, nessa determinada extensão do palavreado, que associes em vossa mente, que a civilização se apercebe em grande demanda, e sendo ti o que e ao qual dirijo-me, portando és social e deves compreender e sentir o que irei de abrupto dizer: Vós sois um sistema de significação. Tens um corpo para expressar-se (significante sausurreano) e um conteúdo (significado sausurreano) - conteúdo este anterior ao nascimento, consolidado com posterior amadurecido na vivencia  atual, e estabelecido naquilo que és agora! agora lendo essa frase, truta. O que és agora tem uma significação tá, e bem e o resto: Progresso moral em ti, para contribuir no progresso moral nos demais.
Moral é distinguir o bem do mal, e efetivamente praticar o bem e impedir o mal.
Quem irá te demonstrar o sistema na Terra em cuja essa significação condiz com o progresso do universo?
Pois bem, disse-vos ali acima que os livros tem fala, não disse? Isso pareceria ilógico para qualquer pesquisador de semiologia, no entanto, os livros falam tá? E se eu digo que escuto um signo que não deveria emitir som, é porque o livro significa também o sentimento daqueles que estavam todos envolvidos no que foi ali grafado mudo. Mas aquilo já foi uma fala, que formou um língua e que só existiu porque um grupo de pessoas especiais existiram ali, e existem agora. Escute, como uma concha, escute! São eles que vem te demonstrar, e se tu entendes a linguagem é porque pertences ao mesmo sistema, que é o sistema universal de Deus onde cada ser tem sua função perante aos demais. Grato pela vossa gentileza em ler-me.



terça-feira, 10 de abril de 2018

Do porquê o vosso tempo não será o mesmo depois da informação cognitiva e educativa pela fina imagem











"... um espetáculo de cinema, como um espetáculo de vida, carrega em si seu sentido, o significativo é dificilmente distinto do significado. A arte tem a sorte de mostrar como alguma coisa começa a significar, não por alusão a ideias já formadas ou adquiridas, mas pela combinação espacial e temporal dos elementos..."

1- M. Merleau-Ponty. - Confer. no Inst. Altos Est. Cine., 13/03/1945. Published on Sens et non-sens.

"Os teóricos do filme mudo gostavam de falar do cinema como de um "esperanto". Nada mais errôneo. Sem dúvida, o esperanto se diferencia das línguas habituais, mas é por realizar à perfeição aquilo que elas não podem senão desejar: um sistema totalmente convencional, específico e organizado. O cinema se diferencia também das línguas, mas na direção oposta. Seria mais certo dizer que as línguas estão como que empresadas entre dois esperantos: um, o verdadeiro (ido ou novial, tanto faz), é um "esperanto por excesso de lingüisticidade; o outro, o cinema, por deficiência."

2- METZ, Christian. A significação do cinema. Ed. Perspectiva, SP. pag 81.


(to be continued)

domingo, 8 de abril de 2018

Tutorial essay sketch over a literary cognitive narrative sense for teaching scholars being and sensitive logical humans




Fundamento teórico (dessa semana básico até aqui):

- METZ, Christian. A Significação do Cinema.
- BARTHES, Roland. Elementos de Semiologia.


Fundamento vivo:
- Teatro de rua. (visto e registrado ontem no circuito sesc de artes. lembrou-me do relato abaixo do masp, e grafei a minha duplicidade autoral no youtube, como tantos ali com nossos smartphones. O vídeo (lá abaixo dessa postagem), registra um plano sequência do filme infantil numa fantástica tela e crianças no desenho ao ambiente todo de sentidos vindos do exterior ao teatro com o fim da minha extasiada fala "show".)


Todo o sentido abaixo exposto será devidamente desenvolvido e raciocinado, no seu tempo, certo. O tempo é talvez a técnica mais importante ao processo de elencar idéias numa obra. Dele, acelerando ou maneirando, surgem milagres ou desastres. Retirar o objeto de seu tempo em representatividade, sem explicar aos demais que não acompanham esse pulo, é propagar o desastre e o engano. A informação lógico-sensitiva onde se aproveita da memória e dos trabalhos aquilo que leva ao progresso do presente para o futuro, será a transição planetária, porque, veja! está nesse exato momento sendo a nossa transição pessoal e subjetiva nessa frase, ok. Obvio, uns relutam e demoram no erro, outros aceitam e avançam, a si e aos outros. Boralá ser parte?
Puxa um encosto, sente a viagem pelo seu ser:

Assisti em meados de 2004, a exibição de cinema no val do MASP (museu de arte de São Paulo). Tratava-se de um filme de Truffaut e somente agora tenho avaliação do tamanho de sentido que aquela tarde, com a luz do anoitecer, toda a vida da Avenida Paulista acontecendo entorno, afetariam no que gostaria de gentilmente pedir licença para escrever à partir desse ponto.
Aquela exibição, parte da mostra internacional de cinema daquele ano, vem-me agora como o maior conceito do que estou pesquisando, ou a ignição de observar o outro no espaço venha a ser nesse momento. Aquelas misturas de efeitos sensitivos acresceu ao aprendizado teórico o sentido do atual. Todos, afirmativamente todos, nós somente aprendemos aquilo que virá a ser útil para o nosso progresso espiritual. Para mim, tudo, absolutamente tudo que me vinha de fora do filme naquele momento era energia de ensino ao meu sentimento. Pasmem, não senti-me ansioso ou incomodado por estar perdendo algumas das partes, porque o que se ganha é o presente sentido, e o que se doa, bem como, é o presente doado. Não é isso que pretende-se num registro de selfie? Claro, afortunadamente existe a cópia, a duplicidade da fotografia, do filme e do texto impresso. O objeto retirado de seu meio se torna uma informação que intrinsecamente consta fora do contexto criativo, entretanto, no meu humilde relato aqui esboçado e ainda não elaborado cientificamente, o potencial de alcance desse conteúdo expressivo resta como ensino, um fundamento de pesquisa para renovação da atualidade reconfigurando o melhor do melhor naquilo que foi concebido por artistas, por cirurgiões, por pesquisadores, por cidadãos diversos em suas habituais funções pois, sim, cada um contribui, ou no geral além do núcleo familiar ou somente no núcleo. Porém, brevemente os mais avançados ajudarão no seu entorno próximo para que não mais passe de duas gerações a situação de necessidade de uma família que não a sua tá. Não por política, mas por instituições tendo a caridade e o bem como valor, isso já é, poderias mover-se e ver? Aquilo que nós criamos carrega uma ideia, e essa ideia deve ser a evolução e o progresso para o bem de cada ser interagir e compartilhar o bem com todos, sem ninguém querer tirar dos demais o que não lhe pertence e não foi ganho por trabalho, inclusive e absolutamente a sua capacidade de pensar. Pensar e buscar o futuro de um país regenerado dentro de um planeta regenerado. Bacana né, e todo o planejamento e execução dessa transição leva tempo tá. Portanto não acredite na cor de qualquer bandeira que se diga propulsora da verdade e da saída do caos em uma década. Acredite em quem se dedicar em fazer o melhor para que o próximo e sucessor faça também o melhor, transfigurado, contudo ainda assim, na meta do bem e do progresso, exatamente como faz um artista, através da retirada dos sentidos da audiência da inercia que o dia a dia sugere e não impõe ao ser comum. Grato pela honrada gentileza da leitura. Avante.
(abaixo fotos dos textos citados lá no início e que são temas da teoria estruturalista semiológica do cinema nessa semana na pós de multimeios da UNICAMP)



(... em breve, Metz and Barthes, pq não criei pdf das citações...)










Fera,
Muito fera.
Pouco deixa-me tão bem quanto ver o público, ameno do contexto das salas e da academia, reagir no aplauso aos atores e atrizes, as cores, as luzes, o som, árvores tela lona e postes...
Tudo no universo vibra, porque de fato somos um conjunto de elementos e energia, cada momento num estado, nunca neutro.
Nunca sem trabalho coletivo no todo das nebulosas ok.
Mechas de representatividade de vida.

Deus, como sois generoso com o nosso sentido.







Back into childhood sense of existence.
Circuito Sesc de Artes, arte de rua para todos. Teatro de Arena. Americana, SP. Brasil.













The wicked cognation sense from Portugal.
Sesc circuit of arts, street art for all. Arena Theatre. Americana, SP. Brasil.




(...)
Eram 6:40 desse domingo, 08.04.2018, e recebi o vídeo abaixo.
Não é ilógico postar aqui, pois, talvez a mais proveitosa descontextualização histórica da humanidade, vem sendo esta que Haroldo Dutra Dias tão docemente esclarece. Vai Nessa:
Cristianismo e Espiritismo






(...)

sábado, 7 de abril de 2018

Backstage of an illumination for cleaned-up mind spirited people






24 de dezembro de 2017, dirigimo-nos, eu e o meu corpo, às 07:07, para o hospital municipal andando confiante atravessando as sete quadras de casa à avenida. Chegamos, apresentamos os documentos de cidadão brasileiro, desejei bom natal e bom trabalho a atendente, aguardei somente dois pacientes em minha frente e dentre uns vinte minutos chamaram minha senha.

Entro. Boto fé no médico, apesar da descrição que darei: ele é bem senhor, usa óculos de fundo de garrafas e escreve á maquina. Fui educado, apresentei-me, disse-lhe os remédios que tomava e os sintomas (dessa vez anotei em casa em papel sulfite para não esquecer nada na hora ok)

Fui encaminhado para tomar o buscopam composto na veia. Desejei feliz natal e bom trabalho ao Dr. Dalí passa-se por pessoas em macas, pessoas gemendo, pessoas que sentirão o natal sendo convidadas e com muitos convidados na fraternidade e comunhão para fazer da raça futuro e encontrar perseverança em ambiente de vibrações pesadas. Não esqueçamos disso aqui, o que disse vale para os funcionários tá, dedicando-se às vezes em ser o presente da meia noite cujo o parente não pode ou quis apresentar na simples presença ao lado, fácil?.

Visto que o que escrevi acima passou ao meu pensamento naqueles momentos, e, tendo dedicado todo o meu sentimento de entrega as enfermeiras que aplicavam a agulha em minha veia, desejei-lhes bom natal, e desejei-lhes, a todos nossos convidados a luta numa época de profundo sentimento de amor, desejei-lhes mesmo que amassem a dor. Nem cheguei a sofrer e já sentia-me um igual. Pois é, é o bem e o efeito da dor: igualidade. A quebra da quarta parede tá. Aqui o natal remeteu-nos mais perto do sentimento que deveria lembrar-nos a páscoa: a provável quebra do vínculo; a conexão de Amor que criamos com aqueles que convivemos, nos aproxima da maior dor de distanciamento que iremos sentir ou causar.

"Pai, perdoa-os porque eles não sabem o que fazem."




Proposta do aprimoramento mental efetivo no bem em cinco ações:
Backstage of an illumination for cleaned-up mind spirited people




Ato 1 - Faxina. Exato assim. A ponta da língua batendo no céu da boca para ritmificar as sílabas - Fa-xi-na: ato de gentileza e demonstração de que a casa está preparada e nos importamos por nós e pelos demais. Faça você mesmo tá.

Ato 2 - Agradeças com todo o seu coração e sentimento antes de cada refeição que fará. Fundamentalmente com o símbolo que na atualidade parece brega e prosaico: mãos ligadas uma a outra em prece perante o vosso prato de alimento. Já está, pode energizar o seu corpo para que o espírito trabalhe.

Ato 3 - Livros, muitos livros espalhados nos lugares onde possas abrir e ouvir a mensagem. Por Amor em Jesus Cristo, penses num livro como um ser humano ok, todo livro traz um histórico de autoria e época de publicação. Os quais tu vais escolher é de acordo com o vosso adiantamento, óbvio e nada mais natural, porém, da mesma forma que um humano rude só te agride, o que tu esperas que faças um livro de autores rudes contigo? Rudimentares, rasos, sem qualificação técnica ou humanismo, isso são adereços antagônicos para ocupar o cargo de historiador, cientista ou escritor viste?... E bem e digo: O Novo Testamento (bíblia), vida e parábolas de Cristo escritos pelos quatro evangelistas, atos, cartas, provérbios, apocalipse, (...) meu caro/a irmão/ã, a linguagem em que está escrito é a mais complicada que conheço, e, modesta exclusa, conheço um bocado tá. Então, ou tu admites que somente decora cada passagem bíblica, enquanto ti colocas como iluminado, sem deverás si modificar intimamente para ser o exemplo e o professor das boas atitudes da moral, e permaneces um falso sem compreender um único sentido de Jesus filho de Deus. Sugiro, de verdade, vais tu e compras uma edição explicativa para os dias de hoje ok.

Ato 4 - Faças-se útil e responsável pelos demais. Esse passo salva por um futuro inimaginável ok.

Ato.5 - Coloque um copo ou uma garrafa d`água na cabeceira onde dormes, faças uma prece sincera para que seja fluidificado durante a noite e bebas, bebas agradecendo cada vez que acordar e de manhã, pois tivestes a benção de amanhecer com a Terra para mais um dia de jornada, se Deus quiser.



(...)



Unificação:
Ouvi agora pouco uma frase dedicada ao Chico - "Não guardo mágoa de nenhuma ofensa, porque o que tenho por perdoá-los é muito maior que o que têm para me ofender" -
Pois bem, batam.
Tendo transtorno bipolar, basicamente e gentilmente, aceita-se a oportunidade, em sete anos relutantes de tentativas e erros, sem receber um diagnóstico efetivamente equilibrado, de fundamentar no corpo o princípio de unicidade ciência/espiritual. Não desmereças nem o tratamento tradicional científico, tampouco o da alma, mesmo com a relutância da ciência de não haver provas empíricas ok.
Unas o diversificado e regenere.
Aproveitas o que é do bem na diferença.
Assumas o teu progresso.
Participes ativamente do progresso de uma nova era regenerada.
Se a tua ideologia te traiu, sinta a dor, o luto, e se afaste. Acredite-me, você encontrará o melhor em si, sozinho, e depois na conexão da unicidade.
Lute pelo justo.
Essa balela entre rico/pobre, esquerda/direita, porra, que inconformismo meu caro (a) em aceitar a prova e lutar pelo bem onde quer que estejas. Quando nos comparamos, querendo extrair do outro, somente encontramos inconformidade. Quando nos identificamos para acrescentar, aprender, compartilhar, ser caridoso acima de tudo, começamos ser o bem, mesmo só tendo um prato de comida e uma cama para repousar ok.
Todos têm no que contribuir. O bem não tem classe tá, pois o trabalho nessa Terra é para todos.
Você acha que ser (bom) rico é fácil?
Bem como, você acha que ser (bom) famoso é fácil.
Sugiro acordar irmão.
Tente se por no lugar dos outros ok.
As melhores pessoas que chegam nesse posto por ti almejado nem mesmo e raramente buscam dinheiro ou fama. O que brilha a tua ganância acaba acontecendo como consequência de capacidade, talento, criar algo novo para as pessoas tá, daí, a visibilidade é o fardo, sim, fardo e bônus: perder a liberdade, lidar com desconfiança, gerar imensa responsabilidade pelos demais com exemplo e conduta, e como gratidão, ser visado por todos como aquilo que não é você na hora do silêncio. Fácil?
É claro, miséria é uma prova horrível, contudo traz intrínseco o benefício de livrar do julgo da prova dos excessos, mal dos ricos e classe média, e excesso, egoísmo e orgulho, mata tanto quanto desnutrição ok.
O poder corrompe meus caros, corrompe demais quem não tem caráter. Assim, quem tá agora na rua para defender a dualidade corrompida daquele que não aceitou a miséria e se vestiu de trabalhador, herói da classe, poh, para né. Ou vocês estão ganhando junto?
Se os demais de qualquer bandeira são "assassinos e bandidos", é honrado e gentil sair na rua para que a justiça valha para todos, como valeu para os seus tá.
Usem o que é justo e bom da teoria de direita, friccionado com o bom da teoria de esquerda, acho que começa por aí, no momento fatídico que estamos vivendo.
Unicidade na diferença.
Regenera.
Boa noite pátria amada.












Fé na Medicina

É imprescindível para se ter uma primeira conversa esclarecedora com o Profissional que verdadeiramente se dedica em lhe atender
Se estiveres em surto, os seus familiares serão Anjos que irão te guiar ao melhor Médico para o momento confie neles

Fé em si mesmo

Para atravessar o período probatório e de adaptação do Medicamento e Aceitar que doenças crônicas atualmente não tem cura
Contanto podem ser controladas
Não vai adiantar só ir à centros espíritas fazer atividades físicas conhecer um Amor ou gostar e ir ao trabalho todo Santo dia
Aceite que é necessário a Medicação para tornar possível buscar e manter todas essas realizações que citei no parágrafo acima

Fé em Deus

Se Deus permitiu a doença crônica é porque Ele vê que a mesma pode ser a nossa Cura
Portanto não murmures
Aceite a oportunidade de tornar-se melhor e Lute pela sua Vida

Medicação, planejamento de futuro, ter gratidão e escrever para quem você foi grato no dia e o porquê você foi grato
Amor dos e pelos seus familiares
Convívio de Amigos
Amor do e por a companheira / o , que muitas vezes ainda não conheces e se não conheceres sedes forte é uma prova para depurar a sensualidade
Atividades físicas
Alimentação moderada
Evitar uso de drogas lícitas e ilícitas que aumentam a excitação cerebral para sua saúde e principalmente não interferir na Medicaçao
Fé raciocinada para que um dia ela se torne Fé convicta
Toda essa atitude junta certamente lhe levantará o Ânimo

Escrevi esse texto todo só para fazer sentido para quem tem disfunção psíquica o excerto abaixo do livro Recomeçar de Adeilson Salles

"O desânimo é obstáculo em ti mesmo"

O desgosto e o desânimo mantém a criatura presa ao passado e as lições equivocadas.
Para refazer novos caminhos trazendo para a vida a alegria e a paz é imprescindível animar-se ante os promissores desafios. O bom ânimo é poderoso combustível a nutrir a alma de esperança.
O desânimo evidência a preguiça e o medo, retendo o espírito nas malhas da desilusão.
Reanime-se para Recomeçar!





(...)





Não há alívio completo em planeta de provas e expiação
Entretanto se há peso nesse dia de hoje
Há também o cão no chão da garagem
E ele me lembra agora do Amor de Jesus por toda obra de Deus
Portanto por mim, por nós, por vocês
O cão dirá que somos e fomos mestres
Quando dissermos que Jesus filho direto de Deus sempre existe como nosso Mestre
Eles acreditam em mim, em nós, em vocês
Somos mestres para nós quando superamos com resignação a nós
E observamos o Universo como um cão nos vê
Com total submissão a vontade do Criador e humildade para compreender que fora da caridade não há salvação
E que devemos Amar uns aos Outros
E não desejar mal a ninguém nem em pensamento

Aceito a minha prova agora Deus
Tenho Fé em mim se o Senhor confiou e confia todos os segundos em mim
Vou ouvir pelos anjos salutares
E em cada momento que estiver sendo mestre para um cão

Sou grato hoje por ser Natal porque me deixaste ter a oportunidade de ser alfabetizado
A partir dali foi Fé, disciplina e perseverança mesmo que eu não soubesse
Para chegar ao discernimento
A Ciência com submissão à Deus e moral Cristã é a religião do Agora

Feliz Aniversário Jesus Cristo.