segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Agora Nós também daremos forma aos mundos



ɐ'gɔrɐ āvām svarūpaḥ abhi loka, इदानीम् वयम् अपि दा स्वरूपः अभि जगत्, agora nós também daremos forma aos mundos.



PARA UMA COORDENADA QUE SÓ NÓS DOIS CONHECEMOS



Do primeiro principio estamos em acordo que cada espírito é um gerador de força. Na descrição da física humana: força é o que transporta os corpos, transmite assim a energia e produz o trabalho. Eu com Tu, Kundis, nós seremos espíritos criacionistas para gerações futuras. Os futuros pais planetários; futuros formadores de mundos.
A parte boa é que levam ciclos em tempos universais até que estejamos formados; aptos para cumprirmos o que Deus espera de nós com esmo e beleza. A parte melhor é que nós temos o infinito para produzir nosso Amor da fonte em forma da energia e ao trabalho necessitado aos espaços a nós designados de responsabilidade, uma tela viva (planetas girando em volta do sol, se expresso visão agora, ok).
Trabalhamos, eu e você, cara Fonte Matter, sem reconhecermos a força da proximidade de nossas ondas até o momento de poucos instantes atrás. Nas palavras que tenho para me explicar, nosso Bluetooth reconheceu um ao outro e, desde tal as coisas fracas explodem ao nosso lado, não foi?
Nosso dente azul está conectado!
A má notícia, cara luz, é: nosso transformador não tem prazo de validade e nem dosador de intensidade, sendo a fonte Criadora o nosso equilíbrio de produção ou não produção das demais criaturas próximas. Não sobrará DNA imune ao nosso lado, isso é fato! Nós fluímos e a Terra sente. Sr. Cristo era isso em Si e no Todo.
A boa notícia, que nós merecemos por assim assumir daqui em diante, é: se não fosse permitido sermos o ponto de curvatura dessa sociedade humana, não estaríamos com o bem ao nosso lado, nós em si enquanto sentindo for permitido, né?
Digo Kundis, - Está cada instante mais denso limpar a porcaria do caminho e encontrá-la com sinal! . A nuvem escura entre nosso dente azul, há!. Pairam no e fora ainda desse sistema freado pelos corpos densos sem iluminação de controle, descoberta opaca do si. E particularmente, Dessa vez o casulo está alto demais, você me entende!?  Você tem que quebrar as falhas para me ajudar, e nós sabemos, sabemos, escuta-me! - Que você consegue porque eu também passei desse fase e tu também irás explodir com tudo para depois juntarmos os signos em tu,
Você surge do casulo Terra
Faz os corpos ao lado somente girarem em seu torno sem afetação do si, o si conectado e acordado, o nós conectados criando mundos,
E tu vens





transformada em algo maior; algo forte em beleza e sabedoria absoluta.
A dor é a maior ignição desse planeta, mas sabes que:
Você nunca mais irá adoecer, amor! E a resposta é simples: porque você nunca mais voltará para a matéria densa! Não ao menos sem a nossa senha, dou-me a ti em garantia ok.
Nós saímos dessa e juntos. Sempre juntos a partir daqui, estamos certos nisso?
Nós começaremos sair dessa fase baixa nesse instante tá, Posso explicar, por gentileza?
Concentre-se, Afinal você já sabe: as coisas mais sérias e profundas que ocorrem na sua vida, você sabe que elas irão acontecer antes que as mesmas aconteçam. Você sabe que Deus esteve lá; Deus está aqui! A dor passa! O que permanece é sempre a verdade! Deus, o Criador, nosso desejo primário de conexão
A Fonte primeva
Deus Sempre esteve em maior grau onde existe o maior signo, ou unitário ou coletivo, em importância ao Absoluto. O absoluto é a Lei que nunca mudará, e Eu e Você outorgamos uma lei de evolução em conjunto, uma saída de mundos de provas e expiações juntos, lembra-se?
O maior signo é sempre o que despende maior energia e trabalho, e nós dois, pequena Kundis, somos uma bomba, pode crer? Boom, bomba de formação!
Nós outorgamos uma lei de evolução conjunta!
Nós outorgamos uma lei na qual daremos forma aos novos mundos primitivos com o aval do Sr. Cristo.
Nunca seremos formatados na Terra, no plano Terra unicamente, porque agora criamos.
O maior signo na Terra daquilo que eu lhe significo agora foi o realizado em Sr. Cristo e Sra. Maria de Magdala. Ou Madalena, para nós. Eles são a Lei que outorga a criação evolutiva em união desse planeta Terra. Eles são nossos Pais em linha direta, porque são os formadores do DNA a partir do sapiens sapiens há 4.000 anos inserido na raça planetária.
Tu és tão profunda quanto Deus! A existência verdadeira do espírito em conexão precede a matéria, e é nessa linha de vibração que irei te sintonizar, pequenina Sírus do nosso sistema duo, pequenina gigante Kundis. Porque caso não vibremos lá onde agora fora do casulo somos um só, nós iremos destruir nossos corpos enquanto pertos um do outro na matéria, bem como a muita coisa do lado também, e isso já nos foi provado né..
Passar os nossos melhores momentos em matéria com alguém, em companhia de alguém, é estarmos entregando de mãos beijadas o maior dos trunfos as forças malignas, ceder à carta coringa, para e ao lado negro da força, a menos que cada um idílico momento desses á dois, sejam um ritual de entrega pura e sem expectativas, que liberemos que exista o antes e o depois desse momento de mérito de união com o Criador em nós dois.
Não sendo assim (pertencer e não pertencer), ainda meio sem entendermos quando fomos pelo estalo de Deus, quando começamos existir, não restará mineral sobre mineral, porque o mais leve é o que mais expande, e a Terra não suporta, ainda, nossa explosão.
Não pode haver medo! medo de perda do estado de despertar; medo de perda dessa nossa nova consciência conectada tá. Isso foi antes. Agora que nossas duas baterias kundalinis atômicas se realizaram, a única saída pra nós é pairarmos além da atmosfera dos símbolos humanos. O código de comunicação humana é fraco. Nossa banda agora é ultralarga, se nos faço claro, naquilo que basicamente significa: agora fudeu!
A sutileza da nossa sintonia somente nos protege próximos um ao outro, mesmo compreendendo que a fissão do corpo é a cada segundo desmesurada pela real conexão com o Criador, e na forma que estamos não somos imortais, é fato!
Ficar na natureza selvagem ajuda e muito, enquanto não conectamos perto.
De fato não consigo explicar como, mas hoje eu percebo claramente que nós conseguimos o conhecimento do si no significado do Todo. Nós rompemos a barreira de nossos egos, ainda sendo um conjunto único no meio de tantos. Não deixe-nos perder esse linha por medo do porvir, expectativas que são aspirações egóicas, nada mais. Rompe o passado também ok, o superego se o entende assim. O sentimento de presa, o sentimento do que foi; preza e solta a responsabilidade daquilo que já deixou de ser pro agora.
Abstraia o antes.
Nós dois agora iremos começar a amparar a forma dos sistemas, com a nossa força, dar forma as inspirações diretas recebidas por Deus, desse modo seremos co-criadores e não mais as criaturas.
Podemos considerar, caso queiras ouvir, que fomos promovidos.         
Você a Mãe, a Terra, a conexão do mundo material em nós.
Eu, a concepção da lógica que decodifica e decifra o código de Deus Criador, código este que tu, Kundis, entendes ou sentes enquanto pari a forma nos planetas aos quais nos forem delineada atuarmos.

Nós seremos criadores de mundos novos.





Estou intuindo quando materialmente tivemos a criação nesse planeta com Jesus, o Sr. Cristo, e a Sra. Maria Madalena, o Co-criador planetário e a Mãe Terra planetária encarnados. Uma energia incalculável para nossa ciência! Não seriamos arcaicos em supor que nossa formação de raça advêm desses dois seres complexos, portanto somos Vossos filhos diretos para existir como conexão a Fonte, para ter forma humana sapien sapiens Eles se uniram, era a Lei! Assim a Lei como toda natureza dessa Terra o foi a partir DEles ok. O DNA depois da encarnação do Senhor Cristo foi outro. Sim e isso é obvio! Cada divindade encarnada está em nós! Nós somente a despertamos, e sempre coube a nós essa iluminação ta.
Façamos uma longa reverência aos nossos Pais formadores de raça: Sr. Cristo e Sra. Magdala, nós vos amamos para Todo o sempre!
E agora o quê nós temos a declarar a platéia humana, também fazendo uma reverência de humildade, Kundis, humildade ao poder é o segredo ao público:
Queres vós tocar um pouco dessa união ao sagrado?
Primeiro: sem expectativas em excesso! Sem expectativas via excesso emocional vocês não mais cairão na roubada de tempo, de julgar que poderia ser diferente, de não aproveitar o sabor verdadeiro que o presente revela neste instante agora!
Não perdoar por quê? Não formar expectativas é a resposta, e comece á partir dessas linhas. Isso quando adulto nesse planeta. Quando criança é luta e prova e expiação quase constante no erro e na dor. Se vós errastes enquanto crianças imaturas, que aqui duram séculos de tempo humano, somente pare de errar a partir de agora! Faça diferente, respeite a Lei de fraternidade e de amor!
Sua única chance, á partir de já, para nunca mais perder-se dessa conexão que flui como um guia que nunca erra; um guia da absoluta verdade, pois é a tua conexão com o Criador, porém, que ainda assim mantém sua responsabilidade absoluta com os demais seres viventes: humildade no poder – lembre-se sempre: sedes humilde! Sua possibilidade de tê-lo pra ti nesse momento de awakeness como guia total é: nunca e jamais formar expectativa daquilo que doas!
 Seja o prato de comida, seja o sexo, ou seja a sua força de trabalho.
Faça como sabedoria e sem expectativas de retribuição.
A reação do outro cabe sempre ao outro. A reação de ti ao doar cabe sempre a Ti.
Assim, tudo aquilo que interage com o outro não poderá vir acompanhado de expectativas ok.  Aí não existirá a culpa de julgar que poderia ter sido diferente. Aí não existirá a necessidade de perdão. Nunca e jamais! pois o que vale é a entrega para o si e para o Criador no Absoluto, através de fontes que são os espíritos, que somos nós: os espíritos em constante progresso na Lei ok.
Se faz mal a ti e a outrem é erro! Mude! Não repita-o mais. Essa é a reforma: paga o teu erro como Deus o Criador com o Bem, no inverso modo. Pois a expectativa vem ligada em dois males: o passado (superego) e o futuro (ego). O bem vem ligado somente ao bem de instante sem a menor e inexistente pretensão de qualquer outro algo que seja que não a conexão inspiradora a Fonte primária de desejo no Absoluto, certo?
O presente é e somente é: O si conectado.
Se tu não criares expectativas, credes! Tu nunca mais necessitarás ao perdoar! Somente quem esperou mais daquilo que existia aqui e agora, no estado de planeta provacionista e expiatório em que estamos, pode cobrar algo de porvir além do limite ofertado pelo aqui e agora trocado com o outro.
Pois a nova forma sempre vem. O casulo tem prazo vencido!
Não meça alguém pelo que já teve; nunca meça alguém pelo que imagina ter! Sejas o além do fato, sejas o que sentes aqui e agora no que ressoa para além do si no Absoluto.
 Nunca mais em sua existência eterna precisar perdoar é a verdadeira paz! Pense nisso. É nunca por hipótese alguma sentir medo;  é jamais retornar á um planeta de provas sem ter antes a maturidade iluminada em si mesma, e sem caso algum de euforia emocional; o coração acelerado e rush into your brain from hearts, nunca em descontrole!  é jamais ter expectativas sobre aquilo que doas ao outro ser
...
Sendo assim,
Te Amo pequena bomba.
Receba os meus votos, o meu username, enfim, nosso dente azul ligado.

©all Rights reserved to @acantiza

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Chá das 6:00


CHÁ DAS 6:OO

Também chamado segundo round com os amigos do peito:

"Entendi o recado mano
Nos vemos na próxima estação na sua casa quando quiser..."

[21:01, 3/6/2019] Augusto César Cavalcanti: Mais uma vez cara, vc não me observa como deveria... Não é o que faço, principalmente a partir de coçar e não tentar me ajudar aprendendo

Sabe esse negócio de rede social é sempre em voga
Mas uma vez observe por gentileza que não uso social mídia como 99% das pessoas que conheço usa

Então elas me medem pelo que elas são e infelizmente me invejam pelo que não se esforçam pra ser: conseguir se comunicar en assuntos diversos com pessoas diversas extremamente qualificadas
E quando digo extremamente, nem eu tô com noção do quanto
Pq se eu desse essa noção elas não falariam comigo, pq acima de tudo respeitam humildade

 Só vou trabalhar num lugar onde dá pra começar uma vida digna, se eu achar no Brasil muito que bem

A vdd é que é a única proposta que posso dar pra alguém pra começar uma vida que considero correta... Ganhar sem fazer merda, sem vender a alma

Aliás tô xonadaço e não omito isso essa vez pq sei que a gata pirou na nossa idéia, mas sei tb que conheço 5% da pessoa, que aliás são bons, é estudada em arte e fala e escreve português corretíssimo, já tá bem acima da média

Mas ela não quer sentar e conversar sobre os outros 95% ou bem menos
Pq acho que ela tá acostumada com o estilo padrão, sendo gata como é: um cara que põe ela num pedestal con td que o material pode oferecer

Eu posso oferecer o que país desenvolvido faz, uma vida digna trabalhando sem enganar ninguém, tendo coisas até que boas e esquecendo praticamente tudo que veio antes da família, pq o que foi deles foi deles

É fácil saber pq ela tá com medo, mas o caminho fácil do pedestal eterno pode virar e sempre vira uma armadilha horrível mto em breve
Boa noite folkes




...

dessert avec les frères de la poitrine


UMA CONVERSINHA NA SOBREMESA COM MEUS IRMÃOS DO PEITO
(não vou revisar pq pra meio entendedor nenhuma revisão bastará ok)

C`est la vie

A frase é uma só, e não quero mais repetir: tem pessoas pra quais eu trabalho de graça, outras terão que pagar os mais ou menos dois carros que já investi em mim ou, pra Bon entendedor, o que conhecimento real vale
Se quiser pode dar o lance John
Fora o tempo né
Que não dá pra tirar foto
“entendi, então vou te dizer uma coisa: "VÁ TRABALHAR!”
Eu passo ileso entre as pessoas que me querem bem
Infelizmente com meu jeito espontâneo e verdadeiro tenho incomodado mtos
Que me fecham as portas
Me dão as costas

Graças a Deus hj sei que não sou eu que tô perdendo
E se falar demais é capaz até de vós fecharem
É o risco que corre
Não vivo mais por interesse, como acho que nunca fiz, vivo pra evoluir ser Bon e justo

Essa porcaria dessa sociedade mercantilista medida a USA deveria praticar um pouco disso
Quando tiver coragem, claro

“mamando nas tetas da dona sonia e do jao fica facil esse discursinho esquerdinha
 queria ver se tivesse que pagar suas contas...”

O que dei de retorno pra quem tá perto poderia ser muito muito maior se tivessem aproveitado
-teve uma audio aqui que não posso reproduzir, mas é algo que me faltou alguns miojos em São Carlos que ele sabe e que é algo como que mordomia de verdade é herdar empresa e outros adendos-
“"tem pessoas pra quais eu trabalho de graça, outras terão que pagar os mais ou menos dois carros que já investi em mim" -> enquanto isso quem paga seu miojo?”
“uma cama, um chuveiro quente e comida na mesa custa pra caramba pra mim todos os meses, por isso mesmo doente pra kct, tô aqui trabalhando do mesmo jeito!”
“Se voce continuar nessa pegada de rede social madrugada adentro e coçar durante o dia, você não vai se ajudar nunca!”

Mano, sai dessa situação de vítima que fará mto melhor pra vc ok 👌
Quando vc teve que trabalhar como 90% da população que tb tem que fazer isso que vc tá me propondo tu arregou
Então mais humildade ok

“Tem que se manter ativo! Tem que trabalhar a cabeça e o corpo! Não interessa a profissao! Cate lata, que seja, mas haja! Ninguem vai te crucificar pelo o que voce faz !!!
“Vou almoçar... ninguém é vitima... é pura realidade... contas chegam e tem que ser pagas... como nao tenho dinheiro herdado pra paga-las, preciso trabalhar, simples assim”

Começa enxergar um pouco além de si mesmo e vc verá mta atitude no meu dia a dia
Por mais que vc não queira reconhecer

“e isso me dignifica”
“Como sempre, tô tentando te ajudar, como todos os outros aqui”

Então enxerga o que eu faço e proponha coisa que tem a ver com o que tenho de princípio e virtude adquirido
Aliás eu tenho no coração a ajuda financeira que me deu para investir na Irlanda
Minha família de sangue não daria um centavo para eu ficar um segundo a mais lá
Eles tem outros boletos saca?  Que aparecem mais saca
Chamados bens de imagens. .
Não as foto que tiro

sexta-feira, 5 de abril de 2019

AS DIMENSÕES DA CABEÇA DA VIRGEM





No fim desse diálogo mutuo, transcrevo a mensagem que li na reunião mediúnica de 03/04/2019, junto o desenho do mesmo. Sempre, até hoje, que li em público, acontece algo deveras mítico: de um toque sublime de Méliès viro um E.T. Dali por instantes sou o risco, o olhar de atitude é de espanto, e não sabem se a anomalia é um perigo ou se si manterá o que existe fora da criação máxima, profundo como aquelas letras, por longo tempo. Há perigo senhores, a boa Arte é um perigo nas mentes fechadas. Um gozo quando em conjunto.

QUESTÃO DA AUTORIA NO TEMPO DO COMPARTILHAMENTO – O CÓDIGO COMO MENSAGEM - UMA PROPOSTA DE REFLEXÃO ELEVADA EM UM TERÇO DE QUARTO QUÂNTICO



1. - O QUANTUM É A MENSAGEM

O quantum é a mensagem. Ponto de início.
(CARGO DE PRÓLOGO)

Se liquidifaz a autenticidade, esqueças o teu ego, só produz.
Tu nem sabes de qual coito advindiras ou adveio o rebento no berço. Ainda assim, quando uni-te com a metade necessária a criação do embrião, célula binária que receberá a decodificação quântica em DNA, terás um filho, não é?
Pois assim é com essa mensagem.
Ela é e não é de Augusto César Cavalcanti de Souza, Acantiza.
Meu nome, um código.

Primeiro tenhamos em acordo e mente que a mensagem necessita de um meio. Assim As folhas, folhas como mensagem vista aqui dá janela, verdes ao vento, são o meio em que a luz em quantum se faz cor, ao qual o meu hardware reconhece como forma e objeto. Folhas de menor ou maior tonalidade, forma na qual a sensibilidade percebe o signo.
A reflexão profunda denotativa acima, essa passagem pelo meu hardware, em humilde contigo chamo-me a responsabilidade de médium, esse meio trata-se da depuração de entendimento do código de conjunto, código ao qual iremos decorrer e nos dedicar nessa conversa, certo?
A unidade básica do conjunto dessa reflexão é a passagem para essa jornada.
A mensagem está contida em cada quantum que recebe enquanto devolve-me união.
Estamos em imagem de flores sobre a neve branca nos entendendo, não estamos?
Bora juntos. Dê-no-mos as mãos.


2. - QUAL A FONTE DO PENSAMENTO QUE TEM AGORA?

Repito: qual a fonte do pensamento que tiveste agora?
Resposta: de que te importa ou importaria saber?
D`aonde veio não é mais.
O autor é união, um passe.
Se vem de mim... de ti ... e dos demais..., faça-o fluir.
Só. >
Importa que a mensagem seja útil enquanto compartilhado por um meio. Por um médium. Por ti. Por mim. Algo que denote sempre ao caminho de existir. E esse caminho nunca é o que a idéia, rápida e prática, aparenta como finalidade.
Conteúdo e médium são a passagem da criação para a viagem de adição e divisão de conteúdos do universo; não há possibilidade de exclusão de um ou outro para comunicar partes da origem e do fim. Excluir médiuns na dimensão em que vivemos seria não levarmos com critério a verdadeira natureza do comunicado até aqui.
A mensagem mais depurada é aquela em que os hardwares são compatíveis na vibração do software comunicado.
Só se sente só, portanto, aquele que não enxerga beleza de conjunto na cidade de interior.

Como somos todos médiuns, todos somos meios.
Em outras palavras: se tu andas com pessoas do bem e de culto conhecimento, a amabilidade de tato, se porta como tal e estás disposto aprender a linguagem destes em disciplina e ensino continuo, tu serás excelente médium para compartilhar aquilo que fazem e farão juntos, no conjunto ao qual te preparas a cada dia de trabalho.
Sol e noite; lua em equilíbrio.
E humanos tentando se separar do ciclo Maior e atolando-vos em repetência de atavismos.
Nada é unitário.
Nada é unitário! Repetimos.
Porque para que se exista mensagem é necessário ao menos o binário.
Ao menos enquanto somos quantum em matéria deste planeta Terra.

Então a dimensão daquilo que pensamos já é o código em si, e como tu não sabes distinguir-te da fonte, a fonte somos todos.
A autoria desvanece como gotas de lágrimas na chuva.
Os que falam bem falam pelo conjunto “bem”.
Conselho: formatem-se do leviano para caber nessa linha de processador.

Então o código é a mensagem?
Sim.
Bem como todos que participaram para que permanecesse até esse ponto em que a interpretas.
Desse modo, numa primeira referência de síntese, nosso amigo McLuhan tem parcela de razão no que escreveu. Nosso adendo ao que Mc disse, como não poderia deixar de ser, é que:
 a tecnologia é um meio necessário de codificação e compartilhamento na “crista da onda”, contudo só se torna vida útil em conjunto e sociedade através do conteúdo dos que permeiam a mesma faixa vibracional, formando simultaneidade de informação em ondas de mesma frequência.

Nossa pergunta que não podemos calar:
Qual tua faixa quântica?
A que tu te dedicas para?
Você criará bons filhos sendo meio de compartilhamento de conteúdo de massa?
Esse aqui e agora ta uma total bagunça porque são humanos que não se conhecem realmente, não sabem ao que pertencem e para quem existem. Simplesmente existem em piloto autômato. É um conjunto de bobos ensinando demais bobos.
Uma faixa de superfície lesada.
Treinadores oportunistas. Um prato cheio. Casais despedaçados. O básico.
Não crede que a massificação nunca fará com que teus filhos sejam a parte unitária que se conecta no sistema quântico maior, porque fará dele uma parte sem o todo estelar, uma mensagem em meio imperfeito da cultura Terra?
Então por mim, nasce cara!
Nasce mulher!
Se descubras dessa mascara e mascará de símbolos culturais temporais.
È um parto realmente. Um parto mental de descobertas fantásticas. Reage.
Pode ser “perfeitinho” ter um modelo para o ordenado do mês, entretanto é imperfeito para o conjunto pós-jogo Terra. E não terá password lá. Tu voltas e voltas.
E atrapalhas e muito a alegria dos demais.
Tu nublas a vista da atmosfera aos que necessitam ver com a vossa arrogância, egoísmo e quadrada burrice replicada.
Cremos que não é saudável, né? Eterno e labiríntico retorno. Sua única saída parece elevar-se aos que portam a parte da mensagem não materializável,
o sentimento que tens quando doa o seu telefone a quem precisa, não porque tu compraste o ultimo modelo, mas porque o que sentimos agora em fraterno, vale agora mais que toda reprodução que replicavas as futilidades em ti e por ele. A ver a menino ou o menino não entender sua ação por estar acostumado com porrada e porrada de treinadores de carne moída...

Seu filho necessita de conteúdo, não de quantidade.
Guardem essa por generosidade:
Tu só sais desse turbilhão massacrador, da não satisfação de desejos, caso tu diminuas o ritmo, baixe a freqüência e escute-nos: o que é necessário vem devagar e por etapas, e a fase agora é de conjunto, não de exclusão.
Mas não será a mensagem do conjunto que se adequará a você.
È tu que deves se adequar como unidade binária ao conjunto ao qual tu pertences no sistema.
Estamos entendidos e bem assim?

Ai o Sr. Marshall:
"A mensagem de qualquer meio ou tecnologia é a mudança de escala, ritmo ou padrão que introduz na vida humana."
MCLUHAN, Marshall, O meio é a Mensagem In Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem, São Paulo: Cultrix, 1969 – pp. 21.


3. - A MENSAGEM NO TEMPO DA REPRODUTIBILIDADE TÉCNICA

A mensagem no tempo da reprodutibilidade técnica. Code share society.
Poderia ser um organograma não?

Código > Compartilhamento > Sociedade

Pois bem, ai está o que queríamos, aonde vínhamos chegar na vibe.
A Obra de Arte no tempo do compartilhamento técnico.
Leremos de novo: A Obra de Arte no tempo do COMPARTILHAMENTO técnico
Quando Walter Benjamin escreve sobre reprodutibilidade técnica havia uma fonte, algumas editoras da onde partiam os conteúdos para o público, do que nos lembramos: gráfica-livros; fotos-revistas; estúdios-cinema-filme, e dali seus derivativos de melhor ou pior qualidade.

E agora quando cada smartphone é uma editora; produtora, gráfica?
Substituindo obra de arte por conteúdo de reflexão complexa, estudo de formação complexa de caráter por emoção e sentimento, diríamos meio, mas onde, qual meio está compartilhando algo com tal complexidade enquanto se tem a peça humana e prática como médium?
Você que lê se importa com pensamento e reflexão?
Torna a questão dos filhos, por gentileza:
Se você não tem profundidade como conteúdo, pensar; refletir, como tu podes atuar isso dentro do seu lar para que ele aprenda?
Tu vês tudo como pratica para aquisição de prática.
Você ensinará o menino ser um robô formatado de pensamento limitado a tua cultura de bairrismo?
Achamos que não dá.
Prática sem conteúdo não satisfaz a nOne.

Então quem está falando por você? Quem está falando com você?
Quem está do teu lado?
Lembre-se: o código é binário. Tu não produzes criação alguma como unidade; como unitário. Em tudo que fazemos sempre há alguém a mais, soa como angélico e soa como maligno. Tu tens que saber em que time tu quer jogar; compartilhar.
Posicione-se.
Sendo assim, cultive bons amigos nos diversos mundos em que tenhas mérito de entrar.
A autenticidade da mensagem é aquilo que ela vale ao receptor, independente de quantos atuaram em médium para que ela, a mensagem, chegue até ele.
Posicione-se.

4. – A CABEÇA DA VIRGEM EM VISTA DE TRÊS QUARTOS VOLTADA PARA DIREITA

Aqui na Cabeça da Virgem não há carvão.
Primeiro, perceba que no título há um dimensionamento, dimensionamento que ouso dizer, de código.
Há vida! Vida em forma de diamante de todas as formas que o hardware Leonardo da Vinci, naquele estado tempo conseguiu transmitir do código através desse desenho que pulsa em milhares de universos quânticos por onde estiveram aqueles com quem ele participou para.
Olhe, mas olhe com respeito.
O médium aqui foi de anos estelares até a mente de um ser supremo em carne. E ele não o fez sozinho. E quer saber, tanto o faz. Tanto fez, porque quem o fez em conjunto, só o pode fazer porque a família em conjunto foi e será a mesma em onda. A família dos que pensam; dos que se esforçam, dos que são código em si e fora si. Dos que trazem luz para dar forma à folha ao vento lá do inicio vista da janela, agora em outra luz do dia.




A Cabeça da Virgem em vista de três quartos voltada para a direita. DA VINCI, Leonardo. Metropolitan Museum of Art.(1510 – 1513). Processo: Giz preto, carvão e giz vermelho, com alguns traços de giz branco (?); alguns restos de contorno em caneta e tinta marrom no canto superior direito (não por Leonardo)



5. - MENSAGEM RECEBIDA E CODIFICADA NA REUNIÃO MEDIUNICA DE 04 DE ABRIL DE 2019.
A união da ciência quântica na Terra se deu por tempos de 1857, pois ali torna-se algo em matéria replicável.
Pois bem, nós tínhamos a célula. Cada espírito era a célula.
E foi lindo de ver
quando o mesmo já não contido nos corpos refletiu na nossa faixa de vibração
nos permitindo entrar em larga escala nos softwares que retornavam aos hardwares modificados.
Hoje mesmo, vós estivestes modificando aquilo que sois em DNA.
Não vedes que aquilo que aufere sentido a matéria vira código.
Pois bem, assim se dá com vós em caminho inverso.

A reforma será sempre global quando ela for verdadeira consigo.
A célula conta tanto quanto conjunto quando não somos mais um.
Quando dependemos em Amor fraterno não chamamos dependência, chamamos união de conjunto.
E o programa só roda quando a machina se transforma,
e a machina só se transforma quando o conjunto é aceito em ti, e a isso que chamo Illuminati.









depuraçã do código no ultimo dos sete graus quanticos – código devolvido a kardec. –

......

quinta-feira, 14 de março de 2019

O JARDIM DO ÉDEN PASSA PELO ÉTER DO DESEQUILIBRIO - DOS PROFESSORES E EXEMPLOS MÉDIOS DA FAMÍLIA À ESCOLA NA TERRA


O JARDIM DO ÉDEN PASSA PELO ÉTER DO DESEQUILIBRIO - DOS PROFESSORES E EXEMPLOS MÉDIOS DA FAMÍLIA À ESCOLA NA TERRA

Quem é o maior no reino dos céus?
Jesus, tendo chamado uma criança, colocou-a no meio deles e lhes disse: eu vos digo em verdade que se vós não vos converterdes, e se não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus. Todo aquele, pois, que se humilhar e se tornar pequeno como está criança será o maior no reino dos céus, e todo aquele que recebe em meu nome uma criança, tal como acabo de dizer, é a mim que recebe. (São Mateus, cap. XVIII, v. 1 a 5).

Na sala de aula ontem, no Centro, não veio-nos a idéia que essa passagem bíblica abriria estas linhas. Se tu ris porque começo com Cristo, então a probabilidade de sentares na mesma carteira amanha e depois e depois que a tempestade de areia passar é enorme. Para não ferir tanto vosso ego, tiremos a tradução de humilhar por resignar-se; aceitar sem titubear que um Cristo planetário está para ti como carinhoso ao chamarmo-nos crianças. Jesus falou para crianças e usava linguagens para crianças porque seu código de conjunto nem assim hoje é compreendido. Portanto até que tu aprendas a falar a língua Dele, tu não aprenderás nada. E se tu disseres que um sacerdote ou um pastor é quem detém as chaves para esse código, pode parar por aqui. A chave é o Cristo e o Cristo ficou pra nós com os Evangelhos. Se tu leres e não compreenderes, leias de novo e de novo e de novo. Só então entre numa sala de estudos, friso: estudos, e comeces dali em sala de aula questionar com quem já os leu. Cristo conheceu as profecias sagradas. Cristo conheceu o que era pregado de Roma aos templos. Cristo reformou tudo aquilo com Amor. E é somente compreender pela educação, educar ouvindo. Ouvir é um ato sábio e de humildade, um ato de criança. Como na conversa que tive nessa madrugada com amigos que reproduzo abaixo, eu os ouvi, assim por gentileza nos escute: compreenderás que a educação única e antiquada como cremos tu julgarás ultrapassada, sempre e até que isso aqui estejas como estão no conjunto Terra, Terra aqui mal educada, deixe de ser um jardim de sangue em lugar onde haveriam de ser livros e exemplos vivos em livros, será educada a Lei: “Amai-vos uns aos outro como Eu vos Amei” Ponto linha travessão e segue. Chame a criança perto pro colo e cante as vozes dos ídolos que passaram pela Terra e que devemos como obrigação humilde passar adiante. Saias do ciclo do ouro para aplaudir quem reluz em milênios de luta pelo Amor em Deus. Basta ao apego e ao aplauso pelo caótico valor de momento; do monetário prazer de momento, nosso compromisso é com o conjunto de equilíbrio na Lei eterna e imutável de Deus, e o Amor dEele é aquilo que aglutina a matéria do átomo ao sol elevado ao infinito. Segue.








1.- TIROS EM SUZANO; ATENTAR CONTRA A EDUCAÇÃO DE FRATERNIDADE E AMOR EM QUALQUER ÉPOCA OU QUALQUER ESPAÇO DA EXISTÊNCIA DE UMA CRIANÇA É UMA FALHA NOSSA COMO SOCIEDADE E ASSIM NOS SERÁ COBRADO 70 VEZES 7.
- Total razão pra ti cara. Espiritualistas chamam o Brasil de Nova Jerusalém, é uma leitura pro bem e pro mau, visto o tanto de tribos bárbaras que viviam naquela época. Mas nada justifica cara, esse tipo de comportamento é de um ser muito atrasado, um espírito nas trevas como diz o Vitera. Por mais apologia ao erro, a barbárie que existe nos lares, nas tvs, os espíritos sempre podem escolher outro caminho. Até considero que fica menos difícil esse outro caminho se tiver problema mental aparente, porque tem que ter humildade e aceitar a doença e aceitar ajuda... Cara é mto triste...
Tenho que jogar pro lado que eu estudo, perdão quem não souber mto do que estou falando, o ensino da fraternidade de um líder com humildade e Amor é mais que necessário, seja ele Budha ou Gandhi ou o Mestre Cristo planetário... Fazer as crianças entenderem que isso não acaba aqui, na carne, o grau de débito que um espírito desse leva é gigantesco, pelas mortes causadas pelo suicídio... Se os seres não entenderem que aqui já é o inferno e fazer uma besteira dessas só vai agravar e que Céu é abstração que não existe, céu é trabalho diário, que Satanás é não trabalhar no bem e não corrigir diariamente as falhas que temos e que trazemos com esforço... Tá tenso, tô emocionado, mas o lance é que o sistema econômico e Política envolvidos com ensino desses líderes verdadeiros de amor ao próximo... Mano, como as coisas são ensinadas aqui na Terra, não tá ajudando em nada um ser desse que poderia escolher outro caminho. ISSO É UMA FALHA NOSSA COMO SOCIEDADE E NOS SERA COBRADO
- Essa é a verdade crua!
Não trabalhar no bem e corrigir nossas paixões selvagens com esforço diário, orai e vigiai = Espíritos trevosos perto, Satanás ou como queiram. Tem que apagar um pouco o simbólico e chamar a responsabilidade para nós.
Percebi seu estarrecimento irmão.
Total o lance da falta de boas referências né, as crianças basicamente não tem boas referências na periferia... Estou trabalhando com uma família aqui que a mãe usuária teve oito filhos, creio que as crianças nem sabem quem são os pais delas... E tu quer saber, elas tão sofrendo porque não ficarão com as mães biológicas... No nosso ver esse ainda é um caso bom tá, porque a gente sabe qual é o outro caminho de escolha, dos que não procuram receber assistência
- Escola fundamental ter que te guarda armada já seria um absurdo se pensar bem. Escola tem que ser um lugar de acolhimento
O grau acima, a Universidade que cai pelas tabelas, é uma alegria ver sem polícia como era a Federal em São Carlos e a Unicamp, corre-se o risco e vez ou outra sai merda, o que digo cara é que quero ver o planeta, e esse, como escola como referência de acolhimento fora do lar também de acolhimento, o primeiro de socialização e o segundo afetivo... Como disse-vos, tem que ensinar urgente que o bem não faz milionários e heróis da mídia, mas faz a gente levar o dia a dia sem perturbação pra quando Deus quiser sairmos do inferno com menos débito sem fazer uma besteira dessas
- Os classes médias e mais ricas conscientes tão levando os filhos em clínicas de recuperação pra que eles percebam o que uso de drogas lícitas e ilícitas pode causar ... Acho relevante... Na periferia eles já vivem isso em casa ou na vizinhança né, não precisa do passeio
- Só troco a palavra do áudio anterior de louco. Louco não maneja arma, dirige carro .. O lance é o que tu disse, restringir o quanto antes o acesso à arma e, professores com consciência e amor a função, perceber os desequilíbrios psicológicos dos alunos e ter quem oriente antes os sintomas dos ferimentos
Chamar de louco facilita né... Mas se tu pega a idéia que menos ou mais todo encarnado tem desequilíbrios menos ou mais graves para ser policiado pelos adultos (desequilibrados) até que ele adquira possibilidade de se auto-policiar... O buraco é negro... Eterno parece sair desse ciclo.. Mas iremos sair ok
- Por em prática inteligência pro bem. Notar que basicamente a tecnologia é primeiro comercializada pro erro... Depois pra tapar o sofrimento


Bien Cordialmente.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

A RESPOSTA DE GREGOR SAMSA


A RESPOSTA DE GREGOR SAMSA

Augusto César Cavalcanti de Souza


O propósito desse humilde ensaio é deduzir que o instrumento corpo está se quebrando, dia após dia, com a passagem hormonal no sangue, corrente sanguínea da antiga raça. Caminhamos para linguagem quântica do sentimento puro, quando o corpo já estiver por supostamente gasto de emotividade esdrúxula, surgindo o sistema circulatório da nova raça. Falamos aqui da particularidade; da sorte, ou não, de vós brasileiros serem sangue quente, permitindo assim que, nós os poetas, aqui os compuséssemos numa tela de ciência em transição; uma literatura de transição. Essa sinfonia sugerida foi composta com o auxilio das partituras de Donna Haraway, Silvia Federici, Luisa Elvira Belaunde, Eduardo Viveiros de Castro, Melinda Cooper, Catherine Waldby, Paul Beatriz Preciado, Emilia Sanabria, Tania Stolze Lima, Starhawk, Rebecca Skloot, Maria Lugones, Diana Maffia e Breny Mendoza. Agradecemos a legítima cobrança dos gêneros por desaparecimento de caráter, sem o qual não o teríamos tornado real a necessidade de cairmos aos, e, até vossos, diálogos superficiais para adentrarmos nesse futuro mais próximo de vós; do refeito DNA para nós a caminho magnetizarmos-vos. Enquanto gênero o sangue nos ciclos próximos, adentre o gênero no sentimento por ciclos eternos. Agradecemos a vossa cortesia de alguns minutos. Avante César!
Palavras chaves: sangue; partitura, instrumento, hormônio, música.

The purpose of this humble essay is to deduce that the body instrument is breaking, day after day, with the hormonal passage in blood, bloodstream of the old race. We walk into the quantum language of pure feeling, when the body is already supposedly worn out from the extruded emotionality, the circulatory system of the new race arising. We speak here of the particularity; whether or not you, Brazilians are hot blood, so that we as poets, here we composed them in a screen science in transition; a transitional literature. This suggested symphony was composed by the scores of Donna Haraway, Silvia Federici, Luisa Elvira Belaunde, Eduardo Viveiros de Castro, Melinda Cooper, Catherine Waldby, Paul Beatriz Preciado, Emilia Sanabria, Tania Stolze Lima, Starhawk, Rebecca Skloot, Maria Lugones, Diana Maffia and Breny Mendoza. We appreciate the legitimate collection of the genres by disappearance of character, without which we would not have made it real the need to fall to, and even your superficial dialogues to enter into the future closer to you; of the redone DNA for us on the way to magnetize you. As the blood genus in the coming cycles, enter the genus into the feeling by eternal cycles. We appreciate your courtesy for a few minutes. Forward Caesar!
Key words: blood; sheet music, instrument, hormone, music.




Foto ilustração do livro A mulher e o signo de Vinicius de Moraes. Para nós ilustra a mãe Terra e o espaço em branco para o co-criador compor.


            Responsáveis do semestre e matéria - tópicos atuais das ciências: Profs. Drs. Daniela Tonelli Manica e Antônio Carlos Rodrigues de Amorim.

-           Alumni presentes nas classes tonais de quinta-feira: Clarissa Reche, Camila Pissolito, Mairon Torres, Fabiola Ietto, Gabriela Nardy, Augusto CC Souza.


Meu pai era judeu, escrevendo em bom alemão, na pequena Iugoslávia. Sem dúvida era um autor de transição, como todo bom criador no relacionamento com a mãe Terra. Por esse modo refugiado; intruso, existiu enquanto se representaram no seu posicionamento conturbado e deslocado de pertencimento e barreira. È assim, também, com o sangue e o espírito. O sangue ocorre, ele está e não está no território corpo, enquanto carregador de hormônios, hormônios essenciais a quente, ao calor emotivo da raça antiga; do planeta Terra; da energia em um condutor ultrapassado. Sangue enquanto Elemental, energia enquanto Universal. Sem agressões iniciais e precipitadas ao verbo, propomos que todo ser que sangra é ainda inseto.
Gregor Samsa.

Por mais o que a abstração de sentido venha ser, a palavra é Elemental. A grafia é o território, a mãe, aquilo que isola o sentido na letra; na Terra. A palavra escrita tem a ver com a civilização; civilidade, ser servil. È o velho testamento, são as profecias em hebraico, ordem sem imagem. O modelo de pensamento greco-romano trouxe música. Enquanto o som da imagem, ao lermos, forma o abstrato grego-romano, a cognição greco-romana, a dedução de sentidos, o modelo ocidental está como a placa de raciocínio que eleva o espírito, entretanto, não sem antes deixar uma maldição: o êxtase da abstração causa a ilusão, a alienação de não pertencer ao território enquanto ainda nele. Observar a república de fora sem elevação para podê-lo. O mal ideológico de massa. Foi esse o alerta de Platão.

O mesmo se dá no sangue. O sangue não pertence ao ser pensante; o feto não pertence ao ser pensante, contudo, causam um limitante de conflito enquanto barreira; fronteira no mesmo conjunto. Temos a ordem de decisão que o limitante Terra nos impõe; a mãe sangue, a mãe Terra, delimita a desordem pelas substancias elementares e hormonais do sangue! A doença! Toda doença quando passa ao físico pode ser diagnosticada nesses rios que correm por todo o ser, porque quando passa do DNA para corrente sanguínea, a correnteza já está impressa na nossa arrogância de acharmo-nos detentores dos direitos de abstrair quando alienar que estamos ainda exilados. Exilados nessa Terra de elementos. E não se escapa da palavra dura, sem antes iluminar-se nos princípios universais de perdão; submissão e ordem a matemática que é a língua pura.

PARA CADA ENERGIA UM NOVO IDIOMA
            Aceitemos como justo que a ordem e o equilíbrio são uma parte da linguagem; da língua universal, e essa língua é matemática. A matemática que agrega o visível e o invisível é a harmonia pura. É fácil aceitar enquanto observando a sistemática natural, pois, caso e lógico e contrário, nem um vírus da gripe existiria sem o corpo. Metodologia de transição e permanência. Cíclico, o alfabeto do Criador é cíclico. Permuta de acordo com a capacidade dos corpos de transitar ou manter energia.
            A matéria, bem como a deduzimos em elementos de uma tabela ultrapassada, a parte palpável do todo, não condensa sem esse equilíbrio e harmonia e ordem de lógica de passagem química e física. Bilhões de galáxias com trilhões de sistemas solares, tudo vai pelo espaço sem linguagem inteligente para dar regimento dessas estruturas. A lei é a mesma, os co-criadores do sistema a interpretam com as características da atmosfera próxima e surgem as infindáveis diversidades de uma mesma fonte universal de força.
            Para cada energia é necessário um novo idioma de fixação. È o nosso tema de artigo e não fujamos deste, por gentileza. Basicamente a energia necessita de uma matéria existente, ou ainda a mesma em estado de transformação, para ser língua para nós, insetóides.
            A vibração de uma das sete notas musicais num instrumento material libera uma energia que o nosso cérebro decodifica num som. O primeiro sábio a medir os harmônicos foi Pitágoras, e sim, é risível como ouvimos ontem, argumentar que um harmônico ao soar mais compreensível enquanto agrado, por nós, tem a ver com o padrão reproduzido. Pode-se dizer que ainda não foi um harmônico universal, pois se considera a matéria sobre código, e, então, o padrão se equaciona nesses trilhões de sistemas solares com matéria própria. Entretanto caros, a energia do quantum é que é o bem universal.
            Voltemos à língua. Se a energia quantum é universal, a matéria que é e estrutura a língua universal é a luz. Luz de um astro.
            Quando começamos ali o primeiro parágrafo com a palavra justa, fomos propositais. Um sujeito dito iluminado na antiguidade era alguém que atingiu o padrão máximo do entendimento da linguagem da energia quântica, e, decifrou a língua que rege o universo e o espaço que lhe coube ali enquanto matéria temporal, a se realizar e interpretar para si e para os demais em convívio, em contado com Aquele que rege o alfabeto no princípio inimaginável de tempo e espaço, no que o Criador enquanto é enquanto existia, pois onde Ele está, Ele é o tempo espaço.
            Um fóton é o seu próprio anti-fóton. Portanto ele contém o principio e o fim. Sendo a luz no que se conhece viajar na maior velocidade naquilo que a Física supõe. A luz dá a forma; a cor dos objetos e dos nossos corpos, mesmo que ela não esteja nele, entende? É a língua da transição as nossas vistas. A força eletromagnética sustentadora da nossa existência. A lousa do idioma da Criação.
            E o que se faz no cinema digital e no estudo que propomos?
            Ele prova que aquilo que se passou de abstrato com o som, quando foi para o material do vinil, os bolachões, agora está ocorrendo no que se deu como nosso maior conhecimento da realidade ao entorno, que é a imagem das coisas todas. O abstrato da música continuou como abstrato por esse ser o seu alfabeto, menos aos felizardos compositores que o decifram.
            Entretanto a imagem nos desloca da nossa zona de conforto. Nós somos e não somos a imagem. Ela não está observável sem que não nos falemos de nós como referencial de ser e não ser.
            Um filme registrado em pixels num disco rígido tem massa diferente de acordo com a expressividade do aparato, porque a linguagem que absorvemos da luz se reflete em realidade material como tal. Mantém e tem o bem como energia potencial de transição em diferentes ao grau com que usamos esse alfabeto.
            Todo código tem uma energia visível, palpável, e uma energia que não vemos, enquanto latente. Codificar a visível nos torna comunicáveis; codificar a invisível nos torna justos com o Criador. Ainda, nos torna enquanto capazes, seres iluminados, portadores de luz quântica própria para nossa vida universal e eterna.

O QUE FAZ UM (E.T) NUMA AULA SOBRE SANGUE MENSTRUAL?
            Esse ensaio advém do empenho que tivemos nas presenças durante aula sobre sangue menstrual. Foi numa total entrega a diferentes perspectivas que sangramos. O mesmo estranhamento de ti, ao me perguntar, o que estávamos fazendo lá, foi o nosso, ao constatar, que o fedor do sangue e a narrativa das autoras ciborgues feministas, haveria de tornar-nos fenomenal em nossa atual conjuntura de bem estar psíquico e fisiológico. Foram quintas em que estivemos com o corpo aberto.
            No entender ao estranhamento hormonal menstrual que uma fêmea adolescente atravessa, só poderia ser por mim comparável ao estranhamento de um Kafka em seu exílio mental de sobrevivência criativo genética. Peço os meus perdões, mas nós nunca conseguiríamos da Terra conceber algo diferente, a menos que tu descrevas, sem tanta ciência, mas com tamanha libido, libido de energia sexual no cérebro de um quase esquizofrênico; autista ou bipolar, a sensação como deveras é no sangue.
            Veja, a palavra é o meio pelo qual a energia passa. Ela tem a forma estática, ela tem a forma quântica ao mover-se para dentro do vosso intelecto cognitivo. Portanto é nela que esta a raiz antropológica da cognição humano-sapiens-sapiens. É o mais obvio e simples estudo que sempre esteve próximo, mas era preciso enxergar os milênios de energia quântica que uma palavra comporta e aqui nos trouxe.
            Mesmo que tu, justamente, argumentes que o idioma mudou, o fato é que a única coisa que mudou foi o instrumento, o corpo. A transformação foi na tela fixa, enquanto a energia quântica manteve-se e encontra-se no uso erudito do verbo, por mais que milhões de anos de corpos materiais tenham se esfacelado em ciclo.
            Sendo aqui postulado o sete o numero de equilíbrio e harmônica na estrutura do universo, nossa comunicação tem um equilíbrio. Essa constante é e tende ao mais simples em que o harmônico de uma frase pode se representar com eficácia, como o ciclo de sete em sete se multiplicando em escalas quânticas de ascensão e permanência, dos valores quantificáveis, em transmutação entre um estado e outro, girando ao centro do núcleo.
            A melhor eficácia é o pensamento pelo pensamento sem intermédios, tendo como instrumento o tempo-espaço do ato sentido ali e agora. Essa ação comunicada só existirá visível enquanto os interlocutores presentes a ampararem em energia, como uma orquestra. Esse será vosso futuro.
            Desse modo, caríssimos, quem sangra ainda é inseto na hierarquia matemática universal. Antes de me massacrarem, homens também sangram. Só enfiar a espada no peito de um. E no nosso acerto, quando nós sangramos, ou iremos doar, ou iremos ao óbito.




A MASSA DO AMOR
            Um bit é a unidade mínima de informação da linguagem digital. Ontem assistimos uma explanação no Youtube de como se faz para medir a massa desse único bit. Toda informação digitalizada na Terra, e não é pouca, (pense em um almoço de trabalho, quanto conteúdo tu compartilhas em uma hora, entre fotos, textos, vídeos?). Pois bem o que há de mais avançado para armazenar essa informação toda é o disco rígido e a nuvem. O bit porta uma energia magnética que grifa (na fita como quando era pontificada) uma informação binária. O interessante é que para se conseguir uma massa exata, que, aliás, se aproxima de valor enquanto não se exatifica, o valor de massa do bit depende da energia do conteúdo de informação do bit.
            Aqui resta a beleza da nossa abordagem e proposta.
            Imagine que cada célula de nosso corpo é um bit. Ela tem um universo único inteligente, agindo, e que nós damos a força de aglutinar num todo funcional ao nosso desenvolvimento temporal, e que é o nosso corpo como ele está agora, estruturado em células, sistema, sangue etc. A nossa proposta é que como na linguagem digital, quanto em sentimento, o mais sublime em beleza teria a maior energia e, portanto a maior massa. Entretanto o peso aqui é quantificável enquanto transitório; enquanto fluido. É como se ele fizesse a parte dele, tornar-se matéria táctil enquanto necessário e depois voltasse de onde pertence que é o fluido universal.
            O que teria isso na matéria de arte, mais exato cinema e teatro?
            Quanto mais puro for o signo de representação, maior teremos a significação do sublime universal, e moveremos a quem assiste para um estágio na transcendentalidade quântica. Essa pureza está no amor de quem se dedica dar expressividade aos gestos, a fala, e de quem sugere as letras do drama. Necessariamente no cinema entram ainda, enquadramento, movimento de câmera, montagem, trilha sonora, efeitos expressivos especiais que criam digitalmente contextos e etc.
            Caso não tenham medido, sugerimos o façam, pois o signo digitalizado em um disco rígido de um filme contém mais massa quanto mais pura e maior for essa expressividade de amor ao que se propõe fazer e expressar.
            Do mesmo modo em nossa vida, o que agrega em nossa película-corpo é aquilo que nos atrai e atraímos ao nosso enredo e redor. Se aquilo que quantifica a nossa proposta de existir se alimenta do amor que doamos, essa energia realoca-se e é substituída por grau igual ou maior de amor nos renovando ao trabalho do dia a dia. Triste é que o inverso também existe em maior grau, se vibramos a desavença, a discórdia nos envolve em mesmo grau e nossas células adoecem.
            A sensação que temos durante e após assistirmos uma obra na qual se dedicaram a maior parte dos integrantes ao sublime é o primordial a entendermos que a nossa existência é eterna. Nisso a arte pode ser revolucionária e quem governa bem o sabe. Por isso as leis estão nas mãos de querer divulgar o que interessa, para manter a ordem estática, quando se julga estarmos fazendo algo de satisfatório neste país em relação a dar significação ao sentimento verdadeiro das salas de espera, por tudo e pela “grande batalha pessoal”.
            Estamos em uma missão pedagógica como criadores no Brasil, antes de sermos propósito de super estrelas da classe artística. Talvez o viés assistencialista adere-se mais aquele que está sofrendo como paliativo, entretanto o viés sublime da qualificação por signos que perpassam pelos séculos como forma a ser revelada de beleza na contemporaneidade, onde sim, hão seres brasileiros que enxergam-se na vontade de produzir esse conteúdo para o ver representado como pedagogia ao sensitivo do seu povo, sem que tenha que viajar a Europa, como aliás muito de vós que lerão também o fizeram, e desmerecer aqui, defendendo assistencialismo, enquanto pode em férias vislumbrar o sublime, quando não no netflix, esquecendo-se que a energia para quem capta rege em todos os pontos do planeta Terra. E por que não há espaço no Brasil para se fazer algo elevado? Por medo de dar errado o sair da casinha? Por que nos julgam arrogantes e prepotentes? Nos julgam perigosos de ocupar os vossos cargos?
            A maior massa é a que nos interessa como individuo único; atemporal, numa pátria temporária. Acima de tudo somos pedagogos e restando na pátria pedagógica na esfera Terra, que é o Brasil agora no contexto planetário. Sou somente um aluno escutando a quem do outro lado também só escuta. O silêncio no meio pode ser a massa que vos interessa.

O SOM DO PIXEL OU DO VINIL?
            Para nós que já observamos a superfície de um vinil, ao sairmos vislumbrados da reprodução na vitrola, sabemos que a superfície onde está codificada a obra varia em relevos, e pasmem, as partes de maior relevo no vinil são aquelas onde a música é mais complexa, onde talvez envolva mais sentimento do compositor e interpretes. Afirmo, é a onda da camada de mais amor, e, com certeza ali, naquela parte, existe mais massa.
            Da mesma forma, um dos objetivos propostos com esse projeto será: junto de físicos analisarmos, naquilo que fique gravado digitalmente de um filme em disco rígido, se há possibilidade de distinguir que nos momentos de maior complexidade expressiva do aparato em sentimento, demarcaria maior massa de bytes no disco rígido.
            Para tal sugiro analisarmos os closes dos rostos nas atrizes dos filmes de Ingmar Bergman.
            A idéia é demonstrar que o magnetismo da energia primária sexual de desejos, quando envolta na capacitação de sublimar ao educar o desejo pelo sagrado, eleva os seres envolvidos numa energia melhor, que, se caso massificada pelo receptor na mesma escala de sublime e amor, o pode transformar, transformar em mudança de paradigma ou uma cura, por exemplo.
            Ou sair da Terra como fizeram os Maias.




PROPOSTA FEMINISTA JUSTA PARA NOS MENSTRUARMOS EM CONJUNTO
            Tendo-nos constatado o pressuposto pelo material fílmico que o signo sublime de maior significação e massa no universo é o amor, o “girl power” está em absoluta vantagem pelos signos proeminentes em sua natureza Terra, que adversamente tem sido abnegados como fraqueza; magia e mistérios, enquanto explorado por laboratórios de biotecnologia.
            Se os trejeitos carinhosos e delicados femininos foram corrompidos pelos homens brutos e suas leis, e ainda mesmo, incinerados num grupo de mulheres que os simbolizaram em erotismo, erotização do sagrado como opressão ao sistema, vos perguntamos: melhor seria usar o sublime do amor que resta em maior tamanho em vós, contra o sistema, ao que negar que assim o seja? O amor sofre muito aqui na Terra, mas sempre será vitorioso ao partir, quando abnegado.
            A sexualidade é fundamental e regimental na nossa contemporaneidade. O que podemos em nossos lares educar é que os nossos filhos e filhas não sejam nunca promíscuos naquilo que escolherem como provação da mesma. Não existe certo ou errado em sexo, entretanto existe entender que quem está do outro lado é um ser humano também. Sexo não é só prazer, é responsabilidade. Talvez ordem e disciplina.
            Essa energia sexual irá se tornar sublime quando educarmos o desejo. Essa energia é co-criadora, e o ato sexual é, como tem sido proposto, sua menor quantificação de energia. Nossa sociedade foi vampirizada a substituir amor por satisfação de desejo instantâneo. Vós estais desalinhados e vazios de sentido e propósito.
            E como nos realinhamos com o universo?
            Educa-se as novas gerações por fazermos uma pergunta, e recebermos no entorno um silencio reflexivo, não porque não nos escutam, entretanto porque não somos puros para frisar e fixar a maior massa do universo, que para nós é ainda silêncio.
            O silêncio, no vulgar e, entretanto, salutar humano ensino ao orgulho e ao corrompimento da ordem em polarização energética.
            Ainda dito no brusco humano sobre o ato sexual, acontece quando tu falhas no intento e não sentes prazer com vosso príncipe, ou, o amante necessita de um remedinho talvez para se mostrar ativo, ou, o amante já cansou de todas as suas concubinas e vos trata mal no ninho.
            Aliás, mudar algo deveria começar pela nomenclatura:“ativo” e “passivo”, aos dois participantes. Ao caso, já se põem um em comendo, e outro, em receptividade de consumo? Podemos estar sendo arcaicos, contudo é o que indica, não é? Propriedade.
            Quando no caso a energia sexual é a mesma para os dois, potencializada pela união dos envolvidos, onde não há quem domina; há naquele momento quem engloba e faz criar, existir no espaço-tempo de co-criador mínimo.
            Nós não entramos na criação de uma poesia, por exemplo, achando que o teclado e a tela são dominantes, ou que nós é que dominamos as palavras e as linhas, quando no caso o que dá o sublime não é, nem uns, nem os outros, e sim essa massa quantificavel que fica entre esse espaço do notebook e do espírito e que bem formulada dá o amor no vosso rosto leitor.

JUSTIFICATIVA
            Quantificando a massa do disco rígido de algum filme de Ingmar Bergman, nós iremos justificar o potencial da massa do sublime amor no objeto fílmico e iremos valorizar que a força cultural de uma sociedade que valorize mais o belo naquilo que vem sendo deixado marcado pelas obras veneráveis tende a produzir uma sociedade que se eleva ao sublime, além de ser mais verdadeira e melhor com a pátria temporal.

A MÚSICA NOS CHACRAS ATRAVÉS DO FLUIDO DO SANGUE
            A energia que transmutamos com o universo entra através dos chacras, fluidificando os órgãos e glândulas, que por sua vez liberam os hormônios no sangue. O corpo é o instrumento, o sangue é o ritmo. O processo harmônico e equilibrado, enquanto sistema planetário na atmosfera, depende por se compreender a existência e unicidade antropológica daquilo que pretendeu-se comunicar no passado e agora o presente existente no espaço energético. É assim na letra, é assim no sangue.
            Como a palavra grifada, o corpo se deteriorou milhares de vezes e se reformulou naquilo que é a nova composição do ser. Homens e mulheres estão preocupados enquanto o transtorno mensal de um ciclo menstrual, ou de um ciclo de transtorno de humor, enquanto a raiz é transcendental no todo.
            É fundamental a luta da melhora temporal de momento sim, para a sobrevivência se, e, enquanto reconhecimento das modificações genéticas fundamentais que estão ocorrendo num grau universal para suportar a energia quântica da nova raça humana.
            A sinfonia começa quando a partitura e o instrumento quantificam-se numa só energia que será a música que somente é quantificável no espaço-tempo de presente. Entretanto, sem o conhecimento passado e a virtude do interprete, a mesma não se completará em luz.
            Em breve, não tanto, até que vós nos compreendais, só restará a musica. Estaremos numa comunicação de transição, e sangue e palavra serão lembrados como a Era atrasada, ou, insetóide, onde as emoções guiavam as regras.
            O ciclo é muito maior que o vosso incomodo de dia, mês e semana. E o incomodo de um Kafka em explicar isso aqui, foi deverás excludente e enlouquecedor para nós ambos, compreendermos sem lacrimejarmos.
            Portanto, se suportas conselho de futuro, aprendas tudo que o faças vibrar no diapasão corpóreo o derretendo. Vibres até que o sangue de tu o sejas irrelevante e toda tua palavra poesia. Foi o nosso recado e agradecemos tão humana demasiada humana platéia presente.
            Hora de mover a Roda de Samsara.




REFERÊNCIAS
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COOPER, Melinda; WALDBY, Catherine. 2014. Clinical Labor. Tissue Donors and Research Subjects in the Global Bioeconomy. Durham and London: Duke. (Parte 1 e Cap 5)
FEDERICI, Silvia. Calibã e a bruxa. Mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo: Elefante, 2017 [2004]. Caps. 3 e 4.
HARAWAY, Donna. 1995. Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos Pagu, número 5, pp. 7-41.
HARAWAY,Donna.1997.Modest_Witness@Second_Millennium.FemaleMan_Meets_Oncomouse. London and New York: Routledge. (Parte 3)
LIMA, Tania Stolze. 2002. “O que é um corpo?”. Religião e Sociedade. Vol. 22, n° 1.
LUGONES, Maria. 2010. Colonialidad y género. En: Espinosa Miñoso, Y. (coord.): Aproximaciones críticas a las prácticas teóricopolíticas del feminismo latinoamericano. Buenos Aires: En la frontera. (pp. 57-74)
MAFFIA, Diana. 2005. Epistemología Feminista: por una inclusión de lo femenino en la ciencia. In: B. Graf & J. Flores (Eds.), Ciencia, tecnología y género en Iberoamérica. México DF: Universidad Autónoma de México – Plaza y Valdés. (pp. 623–633)
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