sábado, 5 de setembro de 2026

Trinta dias na mata (esboço)

 Introdução 


Tudo isso começou um bocado antes do que irei narrar. Mas está bom assim. A doença mental é um negócio que não se sabe quando chega em nossas vidas, quando se vai embora e, acima de tudo, se vai algum dia. 

Este é um relato lúdico. Contém fantasia e sonho para garantir grau maior de erudição a narrativa.

Percebo agora que não faz muito pouco tempo que ocorreu esse evento que foi um marco de virada na minha encarnação, uma piscada de olhos no tempo universal, sendo que irei narrar de 2020 a maio de 2021.

E é uma vitória de guerreiro eu estar como estou agora, com trabalho fixo e praticamente independente, financeiramente dizendo, em janeiro de 2026.

Os nomes das pessoas reais foram trocados pelo narrador, bem como o de lugares.


Capítulo 1- A Crise de Pânico em Altinópolis.


O ano era 2020 e estava trabalhando na fazenda de um amigo em Altinópolis.

Eu tinha parado de tomar os meus medicamentos.

Estava saindo com uma menina de Santa Barbara e ela foi me encontrar na fazenda e passamos um final de semana juntos.

Para mim a haviam sequestrado. Caíque e os funcionários.

Passei uma noite inteira acordado pensando que os funcionários fossem invadir a casa e me matar.

Era uma crise de pânico.

O meu amigo foi me buscar e saí do trabalho.

Estávamos na pandemia, se lembra?


Capítulo 2- Retorno para Americana 


O convívio na casa da minha mãe estava péssimo.

Assisti muitos workshops 


Capítulo 3- No Sítio em Ribeirão Branco


Me mudei para o sítio do meu pai.

Foi uma época rica em estudo e ampliação de contatos. Estes registros estão no meu LinkedIn e currículo Lattes, caso pensemos que nunca existiram.

Senti o sítio assombrado.


Capítulo 4- A tomada de decisão.


Estava há alguns meses morando no sítio do meu pai e a coisa ficou deveras difícil. Eu havia parado de tomar o Lítio por questões econômicas. Comecei pesquisar na internet como trocar trabalho por moradia. Descobri o que era permacultura e entrei em contato com dezenas de lugares, inclusive no estrangeiro, que praticam esse estilo de vida. Estava trabalhando de comunicação para uma rede grande destas e realizei videoconferência com o pessoal na Dinamarca e Noruega. Entrei em contato com o Almeida Lima, fundador do Worldpackers. Então o Terra Iluminada  me fez uma proposta para trabalhar um mês pagando 30 reais por dia para morar, aprender e trabalhar com eles.

Peguei uma carona com um caminhão cheio de tomates e algumas outras verduras e cheguei no Ceasa de São Paulo onde um motorista do Terra Iluminada me encontrou amanhecendo e fomos para o que mudaria a história.


Capítulo 5 - Na Ecovila Terra Iluminada 

A noite de festa

O vídeo para um amigo em comum de São José do Rio preto.

Uma menina linda conhecer amiga em comum.

A conversa com a filha de médicos.

A menina de Brasília ir ao meu quarto.

A filha do Rio de Janeiro.

Conversas eróticas e trejeitos de pessoas que não pareciam a de gente abastada.

Imaginei que as pessoas roubavam a personalidade de outros.

Que iam me envenenar e até me esquartejar com facão 


Capítulo 6- Trinta dias na Mata Atlântica 

A fuga e o alívio.

Os tiros ao longe.

Câmeras de vigilância 

Animais que me respeitavam

A voz do alto

Os rios

A chuva

O Sol

A Lua

Os índios 

As flores guias

A comida 


Capítulo 7- Volta para Americana e hospital Seara 

Não lembro muito quase nada

O Dr em casa

O consultório 

A procuração de plenos diretos

A sargentão 

Me amarrarem

Acordar no Seara 

Aguar as plantas 

Horário 

Gincana futebol artesanato e horta 

Assistente gostosa 

As loucas entravam primeiro no almoço e na janta 

Querer ir embora a todos custo



Conclusão 

Sei que a doença convive comigo a cada dia