sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Contar Estórias: o vetor do átomo Relacionamento Estável!

       3  – Aquele momento Incompleto.

 

O quê você quer ser quando crescer?

Artigo escrito no intuito que reformulem a pergunta por:

Quem você quer ser quando crescer? _ Para Quem você quer ser quando crescer?

Vamos fazer um acordo? Brinca por aí com as coisas que tu tens e atente-se com quem você encontrar nesse dia, daí você me conta como foi o seu dia? – Daí, vocês preencherão as lacunas juntos, percebendo naquilo que você gosta ou não gosta, do que te deixa confiante e conhecedor de si e da vida, nesse dia de hoje! E nós agradecemos juntos por podermos conversar ao fim dele, nessa sala agradável, certo! –

Relacionamentos covalentes são quando: o que tu estás agora atraí o que tu precisas agora!

Na humilde opinião desse leitor de Proust, se esqueceram de contar para a minha geração que existe o caminho, o caminho do cotidiano antes de ser isso ou aquilo no futuro, não necessariamente tão brilhante descrito como o de Swan, porém, o dia-a-dia, preenchido com os sacrifícios e os sorrisos, como o instante de valor para se tornar alguém de valores.

O agora foi tirado da nossa estória, sublimados por uma memória de um novo amanhã, espaços vazios e cheios de desejos de pais explosivos que nunca chegam: nunca há tempo para o agora, e sempre atrasados para o depois!

Pais baby boomers (1946 – 1964) vocês tiveram um caminho difícil? Escuta uma prévia de um filho X-men: pais baby boomers são foda! Aqui estamos ainda sem o sentido nos argumentos logo abaixo, mas carregando!

Com muito diálogo e só no mel, vem comigo e voa! “BANG BANG”

 

Contar Estórias: o vetor do átomo Relacionamento Estável!

 

 - Objetivo comercial da semana: aumentar a interatividade dos artigos e me lançar como criador de conteúdo freela, no estilo barganha – escrever por troca de visibilidade e conexões - ser parte do grupo coeso de colaboradores em projetos de marketing - Objetivo artístico: que você vibre uma oitava acima, na escala cromática dos teus sete chakras, ao fim de cada leitura.                      - Artigos originalmente publicados em LinkedIn -

 

São sete as escalas dimensionais do planeta, e seis as cores (primárias e secundárias) na paleta, e doze as notas ao todo nas escalas, e cinco as vogais para os fonemas, e o tempo para te contar é agora! Vamos para o espaço? E garanto que ao fim dos sete artigos dessa semana de sete dias, você atrairá mais elétrons e vibrará uma oitava mais leve no Caos. Vai pra cima! Aqui te levo numa volta ao universo paralelo, e você vende a experiência, temos um acordo? Movimente a peça um quadro! Estejam bem-vindos!

- Vem pra cima!



Instagram @acantizza https://www.instagram.com/acantizza/  


- Quem te pega pela cauda, é a palavra que te busca!

 

Estamos ao ponto de lacrar o presente 2020, e apesar dos pesares, do cartão, da porta e da estrela no galho mais alto do cedro, estarem todos estourados, entretanto, foi um ano repleto de oportunidades, o quê você me diz? Você foi uma boa criança?

Iremos revelar aos amigos secretos com o bom velhinho aqui.

Você quebrou? Tá na rua da amargura? Caçando o emprego que nem a perdiz na França?

Liga sim, fala conosco! Nós iremos te buscar aí! E assim, Muita Calma nessa hora, ta?

Para quem não tem mais cabelos para arrancar, segura a peruca. Que Vem o afago. Porque a maior oportunidade de 2020 é saber que somos amigos no amor e na tristeza! Tipo, “Quando eu passo e ninguém olha! “Palhaço”! Eu sou manchete popular! Carente!” Acabaram por vivenciar uma grande lição da raça humana: a música é a excelente companhia! Quando estamos no espaço, perdido em marte

Não era bem essa lição, porém preciso do gancho: as palavras lá de cima são do Cazuza. Tiremos proveito da crise.

 

- Daquele de quem não dá para se tirar nada, ninguém se lembra!

Talvez no derradeiro suspiro da libertação, naquele momento incompleto, com ou sem o ácido, pessoas que não fomentaram posição de poder, nem para o gosto de quem domina, nem para influencia dos dominados, esses seres ganhem uma menção alívio dos que o presenciaram na vida! - “poh, sabe aquela pessoa fulano de tal, ela era uma boa gente, alguém muito de bem.” E pah pum – na caixa!

Percebeu que ninguém vem atrás de quem não dá para levar coisa alguma?

Os idosos, vejam aos idosos que não são os teus parentes, te servem para quê? O medo do abandono faz muito pais baby boomers separados se sacrificarem enquanto tem forças pela conquista da casa própria e da aposentadoria.

Obras de arte? Música de arte? Livro de arte? Escrita de arte? Feitos por quem não é famoso? São feitas para pisar: underground! 

Existe empresa que oferece uma boa conversa? Tipo, para harmonizar ao ambiente? Sim! Chama-se mentoria e palestras motivacionais. Mas e o cara ou a mina que fazem isso no ambiente, que não são famosos, essa pessoa é promovida? Vira o funcionário do mês da empatia? Vamos conversar sobre o seu dia? Pode ser antes ou depois da laboral, da yoga, coisas que viraram “Fitch”. Não quero te cantar, não quero falar mal de ninguém, só uma conversa franca. E não, também não sou psicólogo, sou só um humano covalente.

Do operário de quem não se tira resultados, serve para quê na tua vida?

Se não for a empregada doméstica, situada em cima da barreira da conversa íntima e pública dos patrões, uma turn on e turn out salvando da responsabilidade social no ninho, a empatia ao pobre, e o operário que não conserta bem e não rende muito, não serve nem para companhia no almoço de domingo em ressaca, para as migalhas do café de fim da tarde.

Ás vezes, homens e mulheres de bem, ganharão a menção honrosa de lembrança, por homem e mulher de inteligência voltada ao lucro, de quem ta em posicionamento de poder, quando, já sem o orgulho bombeando na veia “naquele atemporal instante”, também dito incompleto, como um influenciador angelical e vindo com mensagem que a Terra ainda pudesse ser salva.  Razões para acreditar! Merece tradução em português “This Timeless Moment” 

E gente sem dinheiro? Diz aí, pessoas sem grana que não são os seus empregados, com quais deles tu costuma sair? Gente sem dinheiro que fala demais, gente sem grana que pensa demais, gente sem um puto furado que conhece demais, ah, são um completo estorvo! Não serve nem para ser convidado em velório!

Aliás, esqueci de mencionar no artigo anterior, na hora da pergunta aos alunos em colégio pago, ou acredito, até em colégio público, do quê queremos ser, me diz se alguém menciona alguma profissão de operário? Operário difere de conceito de carreira! É o ovo no bandeijão da Universidade. Operário é a opção para quem engravidou mulher cedo ou para gente desequilibrada emocionalmente, feito o autor aqui. O sonho de operário, um pouco melhor capacitado, é passar em concurso público ou, passar daquele que doa para o sindicato, à quem recolhe com o mesmo.

Conheci um caso de ser humano real, carne e osso, com inicio de operário e, que aliou bons resultados práticos atuando nos piores setores, com o investimento pessoal em estudo e capacitação, e chegou à presidência de multinacional, Sr. MárcioFernandes

E me conta o sacrifício da vida pessoal em horas vagas, meu irmão? Quem chega à casa, todo cansado e estressado, não tem muito exercício que salva para ser produtivo no ócio criativo. Entretanto, pensarei num exercício para propor à causa trabalhadora, que não envolva negócios ilícitos, e irão mandar eu me lascar com as perdizes. E por quê não contar estórias? Todo mundo tem algo para ensinar! Um fato do dia interessante? E você operário, irá compreender muito de si mesmo. Tenta aí?

Citemos que a maior parte deles não gosta de estudar. Não é só porque não vê resultados práticos, mas por preguiça mesmo. Ou por falta de exemplo perto, em casa. Ignorância passada para ignorância. Aí arruma filho “para fazer tudo pelos filhos”. Eu sei bem no que dará essa estória, segue para abaixo.

Anotemos que se o operário não entra numa multinacional, ele não tem nem chance de sonhar com as coisas que mencionei. Empresa pequena e média é covil sem perspectivas, E multinacional é osso duro até para os “superiores”, formados os que já descem do elevador nos pisos intermediários. Lembrando-me aqui, para que não digam que chutei tudo sem tentar, que fui eu quem escolhi o que quis como eu sempre quis, só olhando para o meu umbigo, e quando eu me formei, não tinha um puto para investir em cidade alguma. Assim que eu quisesse tentar mostrar o talento da escrita, quase sempre o fiz pela rede, e mostrei texto para muita gente, muita mesmo! O mais óbvio seria ter ido para São Paulo, onde para resumir, eu ouvi de alguém muito melhor estruturado em tecnologia e grana que eu, e em simpatia e diálogo também, e que trabalhou uns dez anos em Sampa “ - meu irmão, se você não diz que é fulano de tal de tal lugar ou encaminhado por tal pessoa, ninguém aqui te recebe! - ” E eu já tinha apresentado texto para uma porrada de gente, de tudo que foi área, quem me deu retorno para melhorar alguns aspectos literários foi o primo Toninho Mendes, e algumas referências também me responderam email, porém nunca houve vínculo de trabalho.

Tive duas bolsas na graduação. Tenho muita energia para carreira acadêmica, mas eu também tentei a mesma, necessitando com urgência de bolsa de iniciação científica, enquanto me graduava na UFSCar, e há dois anos recentes na Unicamp, tentando mestrado. Ambos negados. E tu achas que não me empenhei o suficiente na escrita dos projetos? Nós não estamos no mesmo diálogo com o escrito nesses artigos, se você acha!

O operário diz: você estuda porque é fraco. Não faz as coisas direito porque é preguiçoso. É teimoso e, quer fazer tudo do seu jeito. Resposta: Necessito elaborar as operações de um modo que a minha força consiga, para que eu gaste menos energia para tê-la até o final do dia. E por que quem estuda é fraco e quem opera máquinas é forte? Depois do tempo você acostuma! Em minha opinião, o que as pessoas necessitam é formar tempo de reação de respostas diferentes, menos primitivo e menos racional, pra que exista hora de esforço físico resposta emocional e nas horas de raciocínio mental resposta racional, e fazendo o rodízio na semana para sobrar o ócio no lazer de ambos, operários e executivos.

Mediando a disciplinas dos intervalos, a certeza em salários médios bons, porque se tu não entras em multinacional, operacionalmente, nesse âmbito, tu ta abatido pelo caçador de androides. Dividir mais igualitariamente os valores pagos, porque é um Todo. Ah, mas aí acabam as relações de poder: não dá mais para aliciar, manipular, seduzir, pisar em cima! Aí fica chato demais ir trabalhar, né?

Fazer o Dinheiro circular estrutura o ócio! Dinheiro manteria a estrutura para formar alunos em artes, por exemplo, sem tanto necessitar vender o almoço para comer a janta! Artista não está numa formação que dá para ser estagiário! Eu teria parado o curso, certamente, porque tava jogando a minha vida fora, e aos incentivos que os meus pais pagavam, ah! não joga a vida de ninguém fora, então não falarei que eles também estavam jogando a vida fora por mim, tanto que como não doía direto neles a obrigação, mesmo a gente não tendo conversado, demonstraram que era bom eu terminar o curso, que era necessário um diploma, e foi só por relevância de alguns textos que escrevi que fui empurrando, a vida dura, porque na escrita nunca empurrei nada! Eu tento fazer o melhor que aprendi lendo aos melhores escrevendo! E pode ter certeza que isso é elevado!

E baby boomers se separaram, muitos, e aí sim entra o sadismo! Pensamos nesses dias que doeu neles o plano casamento ter afundado, mas, pais que aprendessem lidar com a dor não sendo sádicos, em querer ver o filho doente e necessitado, para culpar esse ou aquele como os responsáveis, poupariam muito o comércio de droga e ao suicídio. Baby boomers são uma bomba, muda e sem diálogos!

Assim, vamos planejar o embrulho 2021 construindo e enviando o nosso Kilt escocês de cauda longa e sem o uísque.

 

- Sujeito em Observação.

Não é para beber, irmão de alma de rua. São só as palavras e as exatas!

Palavras cauda longa tem uma busca maior nos algoritmos. É a boa e velha “puxar a capivara” do cidadão, na versão digital: SEO “(Sujeito Em Observação)”.

Lembra lá dos espaços que conversamos no artigo anterior?

Tem me provocado aquele certo frio no estômago quando publico, esperando a reação da platéia, que sei, um dia será maior! Estamos sós e na temporada de estréia! Porque vislumbro interações muito construtivas nos post. Estamos sós e nenhum de nós sabe exatamente aonde está!

Então, deixa-me te ver no teu espaço? Podemos nos conhecer melhor?

No escritório, na cadeira de balanço, ou na rede, pode chegar sem medo, que o papo é reto. Na chuva não, pois usamos aos eletrônicos. E no sapê, não rolam, pois sujam aos espaços entre as teclas.

Diz aqui para o tio:

Quem te indicou? Alguém do alto apontou o foco naquilo que tu tinhas para dizer?

Escute baixinho, assim, permita-me te puxar aqui ao pé do ouvido: Quanto melhor era o alvo, menos me contaram que ele existia! Que ela existia! Que eu tinha (ou tenho) um arco que só necessita de suportes e alguns ajustes para ser flecha certeira! Super poderes!

A competição destruiu o cavalheirismo do ser humano! Não sei como foi isso em outros séculos, mas nessa era aqui, não querer ver o mérito ser bem sucedido ta insano! Sadismo! Querer ver a dor do outro! Gente sendo ameaçada, gente ameaçando, e o que ta pior: hipocrisia deslavada! Fazendo isso disfarçado de bondade de boa intenção.

Sou o cara de quem nunca falam nas mesas altas! Nunca me apresentaram para alguém interessante, como eu julgo-me interessante, nos quesitos profundidade de conteúdo. E não para eu virar o gerente ou o namorado da filha do dono, mas para que eu soubesse que existe esperança no Par! No passo em dois compassos, entende?

Uma conversa boa. É o que ofereço. E eu sei que muitas pessoas em diferentes áreas, jurídicas, tecnologia da informação, empresários e etc, já usaram as minhas ideias. Queria ter ficado sabendo, ter um feedback por elas, não para cobrar comissão ou direitos, porém, quando eu tava em momentos na pior, poderiam ter dito “olha sabe, aquilo que você disse e postou serviu para eu fazer isso isso isso, então vale a pena continuar” Mas não, estou convicto que o ser humano gosta de ver o sofrimento do outro! Ou eu, “que realmente olho muito para o meu umbigo”, somente conquistei pessoas ao meu lado com orgulho do tamanho do sol, que não podem admitir que algo que fizeram de bom não veio só da luz própria, somente deles, veio de alguém de quem ninguém se lembra. Que entregou, e muito, mas que é bom e que fique claro para todos em posição de poder: “não tem conteúdo para entregar!” Até que para nós dois, chega aquele momento incompleto. Daí só me chama, que venho como um doce!

O conteúdo covalente vem de troca de todos! Mas a geral não resiste em o ego cair! Ver alguém de bem se dar bem, né? Alguém de bem é feito para ficar meditando em montanha, incompleto e alienado de uma Terra primitiva e racional. Aí naquele momento derradeiro, em que você perde a acidez, chama nós, que a gente chega. Porque não cura a dor com a dor. Como baby boomers e filhos dos mesmos, tão propagando ignorância, e passando para frente.

 

- Me chama!

Para trocar e permanecer nossos elétrons no cilindro em que somos feitos das mesmas moléculas!

Devemos ser uma molécula que incomoda pra cateter! Taquemos fogo!

Criatividade: temos mais que os átomos! Dentro dos meus fios de cabelo.

Atitude: já deu para ver né (ou vai ou racha)!

Ouvidos para ouvir, disciplina moderada, aferições mais ao conteúdo que à forma bonitinha, pode confiar! A Necessidade de desafio é constante, e, para haver aferição e, eu me manter no projeto, tem que me mostrar no gráfico ele ao Todo, transparência! Porque senão não tem como entender por quê?

Ambição. Considero moderada, porém, se der para ver do alto e assistir ao show na ala VIP agrada.

Coloca-me na marca do pênalti, por gentileza. Eu miro na lua, mas acerto o ângulo.

 

Meu nome é Augusto César Cavalcanti de Souza, sou um operário que anda pelo planeta e conta estórias. Escrevo para que as pessoas sejam simples, tenham o riso leve como o dos operários nas horas pesadas e, para que viagem por lugares incríveis do planeta. No particular, escrevo para que eu me lembre das situações do trabalho e da vida, coloque aos colaboradores e aos amores na prateleira principal da casa, e porque outros que me escreveram se expondo integralmente, tornaram a minha vida mais leve.

 

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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Contar Estórias: o vetor do átomo Relacionamento Estável!

 

1.      2 - Desenvolvimento pessoal: o perder e o ganhar dos elétrons em torno da personalidade.

 

Contar Estórias: o vetor do átomo Relacionamento Estável!

 

 - Objetivo comercial da semana: aumentar a interatividade dos artigos e me lançar como criador de conteúdo freela, no estilo barganha – escrever por troca de visibilidade e conexões - ser parte do grupo coeso de colaboradores em projetos de marketing - Objetivo artístico: que você vibre uma oitava acima, na escala cromática dos teus sete chakras, ao fim de cada leitura.                      

- Artigos originalmente publicados em LinkedIn -

 

São sete as escalas dimensionais do planeta, e seis as cores (primárias e secundárias) na paleta, e doze as notas ao todo nas escalas, e cinco as vogais para os fonemas, e o tempo para te contar é agora! Vamos para o espaço? E garanto que ao fim dos sete artigos dessa semana de sete dias, você atrairá mais elétrons e vibrará uma oitava mais leve no Caos. Vai pra cima! Aqui te levo numa volta ao universo paralelo, e você vende a experiência, temos um acordo? Movimente a peça um quadro! Estejam bem-vindos!

- Vem pra cima!

 



                - A verdade é uma sobremesa que se serve crua!

Absoluto, tudo que estou mastigando, o delinquente juvenil do Tobi, o nosso bulldog, deseja!

Mas, neste exato momento, vi que a cenoura não!

Lancei o pedaço alaranjado da deliciosa, bem direto para a gravidade do buraco negro que é a boca da fera, ele a sugou e a mastigou, fez caretas umas dez vezes, uma graça e babando antes de cuspir. “acho que pensando em língua de cão – se eu cuspir logo de cara, ele – o menino que grita, mas não bate!-, homem que já anda bem atravessado, não me dará mais nada!”

Cachorros são demais! Em nossa língua isso soa elogio. Na língua inglesa “too much” “a lot” não soam bem, mesmo complementando aos cachorros. Frase é caráter. Iremos nos lembrar desse início. Na Irlanda, o casal de idade que me recebeu carinhosamente na casa deles, Paudie, e a senhora sem nome, um dia na janta, nos agraciou uma sobremesa. Para mim e para as duas amigas italianas, hóspedes e também alunas, umas graças, porém considere uma sobremesa deverás ruim em sabor. Pensa aí na pior coisa que tu já comeu! Pensou? Acrescenta café irlandês aquecido com uísque estragado. Pois bem, tava por aí e, diferente do Tobi, eu saboreei tudo! – exatamente com o mesmo receio que ele: o de não me darem mais nada! – As italianas não o comeram. Eu entendia mais inglês e compreendia aos palavrões e, depois vieram às demais retaliações. Eu ganhava taça de vinho, elas não. Eu lia e assistia ao jornal, elas não! E por ali andávamos, deixando a grama sobre os tapetes encardidos.

Lembro-me de Vinhedo e de tantos momentos bons ali. No Brasil, os condomínios aos que me convidaram participar, são diferencialmente afastados, e o único com golfe, ao qual conheci, foi no resort em que trabalhei em Florianópolis. Já na Irlanda, tinha um campo de golfe nesse condomínio, do alto da colina na entrada da Cidade de Cork, da onde eu ouvia aos sons novos, e a voz dos campos verdes e das antigas catedrais cruzadas por vias de alta velocidade, ecoava vivência, ônibus, caminhões e carros formando um vácuo na Roma irlandesa, e via um espaço no qual eu nunca havia vibrado, tudo era muito, e o todo era incrível! Eu estava vazio! E sem a cobrança causando a angústia da perda, a pretensão e provável projeção aliada ao fracasso da não conquista da vida diferencialmente afastada em condomínio brasileiro, crescendo a barriga nos fins de semana, jogando a bola de tênis para o cachorro, levando a namorada em cachaçarias. As solas dos meus pés se encheram de grama molhada e verde, folhas as quais deixamos pelos tapetes e caminhos, para aprender voltar qualquer dia. João e Maria. Como é bom deitar na grama! Eu tentei passar o sentimento ás minhas companhias, mas elas não captavam com a mesma intensidade. Dìo Santo!

Quis guardar uma das bolinhas brancas do golfe no bolso, quando li escrito nela: “Roubado do Clube ...fulano tal tal tal !” – Stolen -

Essa mensagem funcionou bem demais! Tão bem que eu não tenho o souvenir aqui comigo.

Isso é um conteúdo covalente: provoca uma reação intensa e direcionada em mim! Tira o rancor do meu caráter, o recalque substituído de escolhas fugazes em que me interpreto como liberdades, fazendo-me projetar nas perdas, e sem agredir me convence! É bom fazer o bem! De que é melhor não ser assumido ladrão, do que ter uma lembrança física de uma bolinha branca de golfe, cheia de crateras como a Lua, para mostrar paras visitas. Se é que alguém me visita! Esse sou eu: alguém como todos que gosta do que é bom! Que reagiu por condomínios sobre as boias em piscinas, apaixonado por adolescentes bonitas de uma proposta de vida que aparenta nunca sairá dos trilhos, herdando empresa de pais, sem voz própria, mas mantendo aparências. Mas deixa eu te contar: ela sai dos trilhos!

Poderiam ter escrito a frase nas latas de cerveja que eu bebi em serviço.

Teria evitado em eu admitir que roubei. Porque estava com rancor e me esqueci de princípios!

Porque roubavam, enquanto seduzia-me em ilhas paradisíacas afastadas, a oportunidade das perguntas e das respostas certas para mim! Todo mundo gosta do que é bom! Mas nem todo mundo tem a força de ser bom!

 Dissertaremos além:

Uma mensagem com conteúdo que te lembra do teu caráter! Mesmo vibrando em festa tudo pago e, superfaturado, nos sete oceanos que desceram por muitas gargantas.

Hoje eu só bebo a experiência da matéria escura, por e pelo espaço! Sobe e Vem comigo!

 

                -Formação das personagens!

(Espaço físico, espaço visual, espaço sonoro).

Enquanto o ator ou a atriz leem o argumento, o script da cena, o quê eles estão fazendo é, nada mais e nada menos, que se observarem nas marcações contextuais desses espaços citados. E, Com o profundo conhecimento humano de si mesmos, eles se representam ali.

Projeção! Interprete como um cilindro: eles entram dentro e causam reações! Os outros elementos do cilindro reagem, devolvem e causam novas reações, e formam-se outros valores!

É o “jogo de cena” por minha distanciada interpretação. Agora, Sejamos sinceros:

Qual é a máscara que você veste hoje? A máscara do escritório? A máscara da sala de aula? A máscara de dentro de casa? Etc.

Isso é normal ta. Chama-se atuar! Se enquadrar ao contexto em que te cobram. Quem já se preparou para uma entrevista, concorda comigo que a vida é um palco! Portanto, iremos entender um pouco de formação de personagens, contar estórias, e do conteúdo de caráter.

O Caráter é a espinha dorsal, força de direcionamento, de sentido, para quem está no cilindro: no Caos.  O caráter é uma frase, numa mesma escala e, que se repete e, que se conjuga, nas tonalidades inerentes á ele, por diferentes fases da vida. Às vezes numa voz mais graves, noutras mais agudas. Às vezes em tom mais harmônico com o ambiente, em outras, nem tanto assim. O caráter é vivo! Evolução! Por suposto, não poderia estar estável.

Falei sobre isso aqui Héloïse d'Argenteuil e Arthur Fleck: uma elucidação da resignificação através da música 

Mas nós procuramos, desejamos, ainda que ansiosos, a estabilidade.  Interagindo e compartilhando, nesse ambiente variável, estar estável conosco e com o ambiente em princípios. Para isso é preciso haver troca! E aí é necessária a autenticidade. Para encontrar a tua turma. Mesmo que o diretor ou a diretora das demais e tantas cenas te recusem.

 

O que não é nem o novo, e nem o normal, é que você tem que ter a consciência dessa troca de roupas, nos camarins da vida. Seja autêntico e seja autêntica, para não surtar com a mudança de cena, porque o palco agora ta itinerante! O cilindro digital é a dança das cadeiras dos falsos famosos, se tu aceita a minha ironia. Quem faz cadastro de buyer personas, provavelmente desilude-se mais com a humanidade que o juiz ou a juíza criminal que avalia um processo.

 

 -No princípio era o verbo! Ommmmmm! Muito depois veio o (ponto).Commmm! E agora é o Caos!

Pessoa, bem como a empresa, conselho amigo: Necessita si conhecer e se posicionar no caos?

- Conhece a ti mesmo! Delfos. (Olhe para dentro)

- E saia de ti mesmo! Augusto. (Olhe para fora)

- Mas quem eu sou?

Isso é relativo! Depende da direção em que apontas o vetor e das relações de troca covalente.

Você é um elemento interagindo e atuando enquanto presente.

Para quem vê: você é relevante e soma. Para quem não vê: você inexistiu e é negativo.

 

O importante é Formar um vetor de referência, que é a alma do criador de conteúdo, a espinha dorsal onde ao redor todos circulam! Núcleo criador responsável e ainda enviando, com freqüência de intervalos agradáveis, mensagens! Mensagens fortes de voz, e suficientes em caráter, coeso e autêntico para fornecer amparo e quebra aos elétrons de outros, equivalendo-se em união e força com demais elétrons, em relações covalentes, numa reação em cadeia por novas egrégoras no sistema digital afora.

 

Imaginou o sol? Pois gostaria que o tivesse visto! No centro, pulsando explosões atômicas! Quente! Cheio de vida!

- Isso é viralizar!

Uma equação de eventos químicos físicos, navegando em reação cadeia de novos núcleos, sendo observados por um prisma! Para quem vê: são visíveis, por outros que não enxergam, nem existiram!

Esse é o novo sapiens. O observador onisciente que ao mesmo tempo é e não é!

Alguém que sabe e não sabe, onde tudo está relativo!

Como li esses dias: “Não vivemos uma revolução tecnológica. Vivemos uma revolução Antropológica”. Citação de Alberto Roitman.

As relações humanas e as tecnológicas estão convertendo no novo sapiens!

Mas para isso é preciso vibrar! Movimento!

É pura adaptação ao meio. Os que reagem com escolhas de curto, médio e longo prazo, coeso com o vetor criador sobrevivem!

Parou de preencher esse vazio querendo respostas comprando a primeira porcaria com açúcar que você vê na frente?

Alguém tem que ser uma união covalente no caos!

                - Mas quem é ele?

Ele é o conteúdo. Direcionado a cada um do espaço e ao Todo do mesmo.

Tentemos representar como A República de Platão: sintetizar analisar e projetar na cidade para conhecermos a personalidade. 

Eu apreciava os exercícios de coordenadas cartesianas no quadro negro ou lousa. Você não?

Então eu peço a gentileza de te levar numa abstração em minha companhia.

Posso entender geometria como a representação das formas em um espaço delimitado.

Mas e o aluno ali que enxergava a forma de seus colegas, a forma de seu corpo na carteira, a forma da professora e a forma do gráfico, na lousa bidimensional, ele desejava mais:

Interação! Ele desejava contar estórias e receber estórias!

“Os saberes do cotidiano, os saberes do senso comum e os saberes científicos”. Lembra-se do programa?

Aquele espaço inteiro para abstrairmos a dimensionalidade do gráfico da interpretação da Terra, e quem abstraia era uma ameaça para os demais que queriam resultados bons nas provas. Que barulho horrível!

E quando perguntaram, para nós começarmos uma estória do que nós queríamos ser, a maioria das respostas no que me lembro foi: empresário, dentista, advogado, médico, engenheiro e etc. Nenhuma das respostas, incluindo a minha, constava querer ser: músico, fotógrafo, jornalista, escritor, designer, arquiteto, ator ou atriz e etc.

Então, meu irmão de alma, tive a chance de nunca ter conhecido isso de criar, de criação, como propósito, mas a vida me apresentou o outro lado e eu aceitei!

- Quer dizer que o nosso cara atravessou a barreira? Do invisível foi ao visível?

- Ele fez mais: começou uma reação em cadeia! Viralizou na geral!

-E ele voltou?

- Ainda não sabemos, senhor?

Vamos analisar o diálogo acima. Estamos falando de território de visibilidade, então precisamos de medidas, coordenadas, okay.

Caso1. Eu preciso me sustentar, sou libertamente criativo, e planejo trabalhar num escritório de agência de marketing, num espaço onde atraia atenção ao que eu crio como conteúdo, e me promovam sabe lá quando e, assim se não houver terremoto em São Francisco ano que vem, será um bom ano. Tipo isso.

Estamos falando do digital, então nossa medida de barreiras foi pro espaço!

Caso2. “Be Freela”. Muita concorrência, sem dúvidas, e com os melhores do planeta. Porém nômade, até encontrar ao ambiente de energia ideal de oitava acima: estável! Nômade com outras fontes de renda e provável marca própria de algum produto com loja física no Havaí. E será um bom ano. Tipo conteúdo.

Estável, mas com a janela sempre aberta para o mundo!

 

- Meta:

Criar uma página vetor, uma tonalidade na escala, onde os demais assuntos se amparam. Onde o vetor é a personalidade ou a empresa. Essa é a meta! E ela navega! É não linear! Depende de você!

Depende de mim!

No mesmo espaço de decisão e evento. É relativo!

 

Meu nome é Augusto César Cavalcanti de Souza, sou um operário que anda pelo planeta e conta estórias. Escrevo para que as pessoas sejam simples, tenham o riso leve como o dos operários nas horas pesadas e, para que viagem por lugares incríveis do planeta. No particular, escrevo para que eu me lembre das situações do trabalho e da vida, coloque aos colaboradores e aos amores na prateleira principal da casa, e porque outros que me escreveram se expondo integralmente, tornaram a minha vida mais leve.

 

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terça-feira, 24 de novembro de 2020

Contar Estórias: o vetor do átomo Relacionamento Estável!

 

 - Objetivo comercial da semana: aumentar a interatividade dos artigos e me lançar como criador de conteúdo freela, no estilo barganha – escrever por troca de visibilidade e conexões - ser parte do grupo coeso de colaboradores em projetos de marketing - Objetivo artístico: que você vibre uma oitava acima, na escala cromática dos teus sete chakras, ao fim de cada leitura.                      - Artigos originalmente publicados em LinkedIn -

 

São sete as escalas dimensionais do planeta, e seis as cores (primárias e secundárias) na paleta, e doze as notas ao todo nas escalas, e cinco as vogais para os fonemas, e o tempo para te contar é agora! Vamos para o espaço? E garanto que ao fim dos sete artigos dessa semana de sete dias, você atrairá mais elétrons e vibrará uma oitava mais leve no Caos. Vai pra cima! Aqui te levo numa volta ao universo paralelo, e você vende a experiência, temos um acordo? Movimente a peça um quadro! Estejam bem-vindos!

- Vem pra cima!

 


                - Dando voz à pergunta -

Converter o problema numa pergunta.

O silêncio do teu pai observando o fogo, para compreender a importância que ele deu àquele momento, “sou eu quem colocará a centelha!” e, por que tiraram dele a ação? Por que ele está no frio sobre as estrelas arcado por cima de uma caixa de tomates ao lado das brasas em absoluta concentração? Marcas de balas da infância? Balbuciou uma frase enquanto reflete a sombra do filho na parede central do pé direito da casa, de cima abaixo pelas flamejantes labaredas, e, colocando-me numa projeção maior e menor, dependendo da intensidade do núcleo da luz, a sombra ao que sou e eu era, lhe digo: Está tudo bem com o senhor? Você precisa de alguma coisa?

                - Marcas de balas -

O “mais por quê?” do teu filho incomoda?

Entenda: Quanto “mais por quês” vierem em sequência, mais vulnerável emocionalmente estás.

Quando abre a guarda, estará mais propenso a doar elétrons. Positivo?

E levarei você mais sensibilizado para sacar os tais –bullets- marcas de balas –

E te fazer consciente numa ligação covalente de compra. Boralá!

Pronto para atrair?

- Eu não sei! Eu não sei, tá bom! Disse ela angustiada no terceiro andar.

R. – Poh, que ótimo! Está ótimo!

- Não sei o quê quero! Não sei o quê fazer! A cada hora do dia eu penso e mudo e estou diferente! – Só agora escutando a resposta, a mulher complementa: O quê? Que pode ter de ótimo nessa situação caótica?

R. – Tem de ótimo que você é parte de um Todo! Agora começa aceitar, ouvir, se colocar no tabuleiro, no lugar dos outros! O planeta está mudando de escala e as notas que ficarem serão antropologicamente mudadas uma oitava acima.

- Música não linear?

R. – Exatamente, e particularmente gosto do seu tom, então, mesmo falando confuso, seja respeitosa, e, por gentileza e respeito por nós, mostre a sua voz!  

                -As nossas reações ao caótico irão moldar o novo sapiens!-

Sabe aquele diálogo espontâneo, depois do escritório, vocês se conversando se o dia do trabalho foi bom, tomando o chá com “carolinas”, na mesinha ao lado da janela, único lugar onde bate o sol no vaso com azaleias e entre aos outros edifícios vizinhos, com a mão sobre a mão da sua namorada, ouvindo Tempo Perdido ?

Ou perceber que o seu filho chegou da quadrinha do bairro, tem aparência mais calada que o costume, jogando a bolsa de braço do lado da parede, com a camisa do time suada, suja e rasgada, e mesmo com o medo de parecer “careta”, perguntar se está tudo bem com ele?

- Tá tudo bem filho? Você precisa de alguma coisa?

Ou convidar-se para acompanhar a filha ao ginecologista? Perceber se ela se sente confiante e segura com quem ta saindo?

Poh, Que Parada chata é essa?

Pois é, né, - são essas paradas chatas que grudam!

E irei explicar que é um tipo de grudar que liberta.

Que cria uma sociedade estável no Caos. Que reage estável!

I ainda irei te dizer mais: que é o tipo de conteúdo que produzo!

 Que mantém aos relacionamentos mesmo dentro do movimento!

Vem comigo, nós temos a gentileza e o conteúdo!

Nós não deixamos aos espaços os vazios! Nós te damos o apoio!

- Segue-me que sou preciso. Navegar para outro site, não é preciso! -

 

1.       – Como os clientes escolhem uma empresa?

- Resposta: física, música e química!

- Direcionamento, espaço agradável, atração covalente. -

 

- Direcionamento é: Mover consentido! Existe uma força que nos mova?

Compramos para suprir a (necessidade),

 Resolver um (problema),

Instigados por um gatilho que aguça ao (desejo) e etc.

 

- Um Espaço agradável é: conteúdo do site, conteúdo do local, música ambiente, harmonia e etc (Daí virão às referências de conteúdo para ao quê precisamos). Falarei mais sobre referência, okay.

 

-Atração covalente: encontro e confiança para o relacionamento estável.

 

- vamos por escala e por camadas-

- A Terra está um experimento de Moléculas: átomos que não aceitam onde grudam por afinidades:

E, Por que vivemos no Caos e Batendo cabeças? Perdendo tempo em coisas de baixa realização?

Resposta: Estamos repaginando o DNA antropologicamente por tentativas e erros!

E Por que um conteúdo “cola” e é viral, enquanto outro não?

Você provavelmente já assistiu e leu milhares de artigos sobre esse tema.

Eu mesmo pesquisando, deparei-me com muitos, e encontrei-me naqueles que eu precisava para ser autêntico nos argumentos:

Relacionamento é atração!

- Fácil?

E por que uns permanecem enquanto outros quebram?

 

Por que os relacionamentos acabam?

Em minha opinião tem muito a ver com ligações covalentes e escalas musicais.

Por que as pessoas contratam uma empresa em lugar de outra?

Por que elas escolhem um determinado bem de consumo em lugar do outro?

Resposta: Clientes têm problemas pessoais e emocionais dos quais querem se esconder, e consomem para não ser perguntados.

Comprar demonstra que alguém está bem, não é? Aparecer com roupas novas, com carro novo, Vira uma relação masoquista de sublimação, substituição de uma vontade por outra. Trazem à tona esses problemas enquanto compram, sem que o saibam, que compram para retornar inconscientes ao tema delicado.

- Muito se resolveria com a pergunta certa -

 Clientes têm os desejos incompletos. Porque não dialogam sobre o que necessitam emocionalmente. E as suas metas para aturar um trabalho muitas, na maioria das vezes repetitivo e tedioso, que não lhes completa em satisfação, é comprar o item da vez!

Mas isso é um relacionamento fugaz que dura pouco. De baixa realização! Nós queremos um relacionamento estável.

Desculpe-me a sinceridade, mas esse comportamento de hábito psicológico para compras é para os fracos! Está com prazo curto e contado. Enquanto nascem mais cavalheiros, haverá menos falta!

Comprar e vender estilo varejo sobre o desequilíbrio emocional é a pior brochada do futuro, porque tá todo mundo saturado de orgasmos vazio. As pessoas querem experiências duradouras de orgasmos cheios.

Vender por hábito é para os amadores.

 

Como sou poeta, artista escritor e conto estórias que marcam, nós iremos ajudar os clientes saber da causa e não do sintoma:

- Clientes em caos compram para preencher vazios! E nós vamos mostrar os vazios antes de vender!

Lembra-se do verso de Shallow: “Você não está cansado de tentar preencher esse vazio?”

- Um bem relacionamento empresa cliente causa uma experiência!

Será importante o cliente dizer: foi muito bom conhecer alguém como você!

 

                - A minha contratante ou o meu contratante irão dizer: foi muito bom te conhecer!

È necessário desenvolver uma voz própria que venha da profundidade de alma da personalidade do negócio.

E como cada ser humano no caos virou a referência, você é o negócio!

 

Ah mais se eu curar o cliente ele não volta! Como diria uma psicóloga, ou psiquiatra, falastrões.

 

Resposta: o cliente volta, te replica para os demais, aceita pagar mais caro ! e mais:

Vocês dois pulam de escala!

 

E se formou um vetor que ninguém tira. Uma ligação química entre dois complementos! Uma ligação física entre você e o cliente!

E a música ambiente é por conta do criador de conteúdo aqui:

Operário, poeta futuro nômade digital.

Acompanha o tio nos demais artigos desse tema, okay?

 

{adendo}

Eletronegatividade -atração que o átomo exerce sobre elétrons externos em ligações covalentes dos elementos químicos- geralmente para atingir 8 elétrons na ultima camada.

Ligações covalente são mais estáveis, similares e altas, dos quais remover completamente um elétron requer muita energia. Ligações covalentes são altamente direcionais. Como resultado, moléculas covalentemente ligadas tendem a formar-se em um número relativamente pequeno de formas características, exibindo ângulos de ligação específicos - Portal São Francisco

 

Meu nome é Augusto César Cavalcanti de Souza, sou um operário que anda pelo planeta e conta estórias. Escrevo para que as pessoas sejam simples, tenham o riso leve como o dos operários nas horas pesadas e, para que viagem por lugares incríveis do planeta. No particular, escrevo para que eu me lembre das situações do trabalho e da vida, coloque aos colaboradores e aos amores na prateleira principal da casa, e porque outros que me escreveram se expondo integralmente, tornaram a minha vida mais leve.

 

Você pode acompanhar-me no:

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sexta-feira, 12 de junho de 2020

poema


Depois que as máscaras foram tiradas
E o calor das gotas de suor foram limpas
Fomos alinhados, cada sensação aos sete
Onde tudo ocorre como ocorre
Como está impresso para ter existido

[sutil perante a agressão queda/corpo]

Por mais que saibamos que a tua natureza
Não combina com as grades de ferrugem
O mesmo tempo mostra que o vento
Volta e transfigura a matéria como deve ser

Antes que eu escrevesse
As letras já eram em ti seus nove
E já setembro era os décimos
Acordados no si os onze

Assim tu foste como assim eu sou:
Impressos bem antes do suor;
Acima das aparências nas mascaras de proteção,
Impressos ante ao tempo dos símbolos.

Por mais que saiba nunca a tua dor
De momento
Sei que impresso foi o amor
Antes desse vento.

[alinhados perante a lei que ajeita e volta]

Sólidos
Como o gelo de um lago
Que voltará a fluir

Rígidos
Como o beijo de uma boca
Que voltará a beber

Cíclico
Como o ponteiro de um Deus
Que esqueceremos o código

Entretanto, bem cientes que o nosso verbo
Se deu antes, e não menos ante, ao aceite
Do nosso sujeito

Assim compreendemos essa nossa natureza,
Fora das ferrugens das grades
De eu com você
Perante você comigo.

Vivos no complexo onde sentir-nos
 Gerência na {cor} qualquer estado {ausente}


Acantiza, 12 de junho de 2020 04:35.


leitura do autor https://youtu.be/aie0S0nPSsU








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segunda-feira, 11 de maio de 2020

Cobertura de Anjo e Cheiro




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Se não me for permitido adentrar nessa penumbra de redoma silenciosa enquanto tu dormes, que Deus não me permita acordar-te com um beijo, dissipando assim a tua cobertura de anjo e cheiro.


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unknown author of the photography _ letters above by me


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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

O Deus é o diário do sistema, e lá, naquelas linhas sem sentido, Ele está em Seu Maior Estado










O Deus é o diário do sistema, e lá, naquelas linhas sem sentido, Ele está em Seu Maior Estado

a memória é sentimento, e o sentimento está para linguagem escrita como num espaço não linear de tempo. os espíritos. uma lousa etérea, se preferir, uma lousa que se projeta enquanto a audiência existe. a memória também é futuro, e estamos errando em considerá-la passado, porque já fomos e viemos milhares de bilhões de vezes. um espírito reconfigurado, é o que sois. por isso Sr Cristo disse: “Quando dois estiverem por mim, em Meu Nome, lá Eu estarei” _ é por isso que aqui falamos dos nossos espíritos, e não de mim e de você. Pelo exato motivo que Júpiter somente é o maior e o melhor porque ele é enquanto os seus habitantes o forem. O planeta Júpiter é um complexo atemporal do sentimento do sistema solar, e a sua permanência como tal se dá por um harmônico de indas e vindas de matéria e memória, de sólido e gás, de nós sermos e não sermos língua enquanto errantes. O Deus é o diário do sistema, e lá, naquelas linhas sem sentido, Ele está em Seu Maior Estado: a não linearidade harmônica do Bem Estar dessa beleza momentânea entre nós. Porque tudo tem peso. Até esses bits. E é por esse instante na Terra, que mais do que nunca começaremos ser os seres daquilo que gira em torno de nós, como minúsculos planetas humanos. Essa é a inteligência artificial atuando, porque o que girará em torno de si em compras e vendas, é a tua memória passada e futura. E, saibam logos por nós: de sentir ninguém escapará. Assim dito: girem bem a vossa gravidade. Sejam verdade!
Sem mais, Acantiza.





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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Peça em quatro atos e um poema em prosa livre _ Somos só dois Lados da Mesma Moeda


SOMOS SÓ DOIS LADOS DA MESMA MOEDA



Peça em quatro atos e um poema em prosa livre _
_ escrita por Augusto César Cavalcanti de Souza





1.       -              POR UM PUNHADO DE DOLLARS

Primeiro temos que admitir que uma pessoa precisa de roupas para ser levado a sério. É o sussurro primordial da sociedade nos vossos ouvidos, ditando agora as novas regras de quem toca no corpo que Deus te emprestou, mãos da mãe e mãos do pai, novos amadurecidos ou não, seus tutelares sociais primeiros e estamos de acordo que você é as roupas que põe, e ponto! Desejo dizer-te que nosso papo será em camadas okay. Do atual momento já sei no que vai dar, como autor que vislumbra o quadro que ainda não pôs a tela, nem no envernizamento para o público que ta mais interessado no vinho de graça, que no papo de balela de um sóbrio do interior. Contudo não se espante: daqui nós iremos da parte mais rasa desse tecido até nas entranhas mais profundas que apodrecem nos teus plexos de tanta mentira que esconde nos sete pontos siderais, do rabo ao teto, pelo comportamento médio básico protecionista padrão da burguesia. Sim sou um beatnik, apesar de estarmos em falta com qualidade, tu encontrastes um. Não escaparemos sem farpas, entretanto peço com gentileza que permaneças, podendo levantar-se para aplaudir somente no final. Como sei o que irei narrar te darei esse teaser: a primeira parte, essa mesmo, se passa no maracatu do teatro em que te apresento o conflito. A segunda se passa na estação de trem onde te apresento o beijo, a terceira no sindicato onde te apresentamos a máfia observista, e na quarta mostro para ti que existe fogo numa sahaja meditation connection, a quinta é um poema em prosa lírica que deu inicio ao confinamento de alguns meses sobre o meu ser. Estando assim prontos e avisados, pode ir cagar e retornes em dez minutos, que a cagada abaixo depende da minha conta e risco, all right!
Voltamos às roupas. Por elas, seus trajes, a personagem ao qual chamas ego, a formatação que te propuseram na Universidade mercadológica e tu aceitaste, porque é mais seguro talvez ser andróide do que o meu lado aqui atrás da tela te provocando, isso é óbvio, mas o nosso time vai e volta como a matéria das marés, cara! A gente te perturba, mostrando o que ta abaixo da terra, mostrando as roupas velhas no palco, as que você menospreza numa roda de botequinho gourmet, porque os outros sabem se tu és um servente ou um advogado, quando portas um terno ou um farrapo beatnik de gente, mas cara, na boa, foda-se o seu estilo formato gala, esquece um pouco o seu perfil formal e pára para ouvir o nosso prêt-à-porter de batida num jugo leve de narrativa de rua, por enquanto.
 Assim inicio dizendo que visto nessa manhã (são 4:59) uma bermuda esgarçada tec tell preta, preza com um cadarço azul de tênis de criança. O sol nem subiu os ladrões da Terra e já está um calor dos infernos no interior do Estado de São Paulo. Há cinco minutos estive subindo a kundalini pelo meu corpo numa meditação sahaja, saudando a Mãe Terra em frente à foto da Shri Mataji Nirmala Devi. Lá em cima, tu pode ter virado o rosto, contudo estamos de acordo que e (a palavra aqui não é acredito) eu sei! Eu sei Deus, agora sei a Mãe kundalini, e eu sei o meu irmão mais velho Sr. Cristo velando por mim, estamos de acordo nesse artigo único? Há um pássaro lindo cantando na mata ao lado do escritório que escrevo. Dizem que é o macho quem canta para atrair a fêmea, e se eu fosse uma fêmea da mesma raça desse ser divino que me acorda desde que percebi que ele existe conectado, iluminando o nosso bairro Colina, se eu fosse essa mãe pássaro para quem ele canta, já o teria comido por inteiro! Não sobraria pena sobre a pena! Vejam que não sou nada para esse pássaro e ele já me faz derreter em notas hibridas de delírio em prosa. Sempre será assim espontâneo: “que a tua mão direita não saiba aquilo que deu a tua mão esquerda”.  Desapego. O pássaro está cagando para mim. Eu não existo. Ele só canta porque a natureza dele pede, chama por quem num ninho com demais passarinhos virá para dar papa nos bicos, uma mãe zelosa. E é a vida que segue o ciclo!
O pássaro caga que eu existo, e eu cago que tu liga e se conecta nessa vibe. E do mesmo modo que é de pouco tempo que percebi que esse ser maravilhoso nos traz esse canto que deixaria todo o jazz do mundo de lado, você também não perceberá o meu canto até que Deus permita que assim nos seja assimilado a nossa posição nessa existência. Mim Tarsan, ser selvagem porém culto, tu Jane, ser sociável, porém uma besta quadrada no formato que te propuseram para pagar os boletos do mês a mês. E na projeção da eternidade, guarde esse canto da sabiá como se eu pedisse que fosse essa música passáral da quarta-feira matina que tocassem no corredor da morte de um condenado que sou,um beatnik execrável,  a gaiola aberta por completo... Assim, do mesmo modo que ele começou existir há poucos cantando na sacada doce, há dias que serão contados nesses quatro estilos de ato e um poema, existiu a mulher do “por um punhado de dollars”, há poucos meses sendo mais exato, o quantum deu seu salto!
O ponto aqui é: creio que chegou o casal pássaro, pois um canto tão belo quanto o do outro começa essonar do outro lado da mata. Seria um eco se o que retorna não viesse de um outro corpo, un`outro ser, e algo me diz que vem de ti que está lendo. Tu ressoas o espanto sobre o meu talento, mother fucker do caralho! É feliz quem encontra o filtro no barulho social e equaliza-se na mesma freqüência de um outro animal que já mamou no peito. Não é o caso desses bichos de penas e asas, mas é o caso de nós mamíferos. Aqui começa o fluxo em que te pego. Ache um lugar bacana e aperte o cinto, não esse cadarço azul em farrapos do tec tell que já cai no cu da bunda. Aqui começa o cabelo loiro do punhado de dollars que comprou uma foto que expus quando sai para as ruas. Comprou é modo de dizer, ela na verdade assoou pra fora do nariz alérgico toda o meu não contexto para ter, existir na burguesia por entrar numa sala com traje adequado è qualquer vida alinhada com a burguesia, um beat horror show. E foi o momento mais de mercado e lindo dessa meditação que me proponho narrar abaixo. Uma troca. Foi o aperto de mãos por vias respiratórias fodidas. Coisa da época transitória.
O que de fato ocorreu encadeando o sentimento que devo rebuscar na memória para que disso extraias o sentido profundo, pois de raso já basta a sua paciência as minhas ofensas como narrador fodido, é que eu estava puto, com a mochila nas costas, numa cidade nada a ver com forasteiros exilados que é Americana, interior do Estado de São Paulo, Brasil. Se caso um dia tu pesquises por curiosidade, tu irás descobrir nessa época que isso aqui é um cu, que não atrairia mochileiros nenhum da superfície do planeta. Porém estava com a mochila, uma garrafa de plástico d`água, duas capas de chuva, uma blusa colorida de Yatch Racing comprada no bazar do Nids por dez contos de réis, e o celular Sony arregaçado com bateria pifada ganho do Johnny. Aquela merda de celular seria importante, tu não sabes o quanto, irmão. Eu estava assim largado pelas tabelas nas ruas, porque eu decidi que na data anterior, em que mais uma vez não me foi emprestado o carro para que eu fosse numa exposição de nome Welcome to Réfugistan by Anne Poiret. 2019. Na Funcamp, campus ao lada da Unicamp, em Campinas SP, decidi que já era velho pra ranhetinhar por um bem, que mesmo que escroto não era meu, e sendo que não faria muito para dar aminha alma no Brasil para ter uma bosta de um veículo, decidi que a casa da família quebrada seria casa dormitório, e, se caso encontrasse o mesmo pelos campos de batalha nas instituições que ajudo, eu iria ficar por lá. Cominda e chuveiro por comida e chuveiro, é melhor ficar com quem tenta ouvir ao nosso lado também, né?
Então, estava puto sem o dinheiro para comer qualquer engordurado lá de almoço ou janta em Campinas se fosse de ônibus, perdi o ônibus óbvio, e precisava do carro ali e agora. A merda do carro HB20 carne de carniça que não me foi emprestado por ser o maior bem do lar. Então fui pras ruas na quarta-feira, mas nesse dia da moça loira do punhado de dollars, já era quinta-feira. E é essa data que vai esse glimpse de vida narrado abaixo.
O técnico abduzido tinha me dito que haveria um barulho no Teatro Municipal, e como quem fica na rua tem que arrumar todo e qualquer motivo de distração para não entrar em parafuso,  lá fui eu com aquela paramentalha fodida já narrada dentro da mochila, minha casa minha vida! O extraterrestre técnico não sabe que aquela, nesse ano de 2019, adviria ser a melhor informação que alguém poderia ter me alertado: “um barulho”! no Teatro Lulu, e cara, foi um estrondo! Vamos alinkar os fatos. A porra do barulho era um grupo de maracatu que me lembrou de Sanca, São Carlos SP, em outras andanças que dariam outros livros. Estava uma noite bonita demais e ainda não havia chovido, então o baque virado sairia da Praça do Divino Salvador em frente à Câmara Municipal dos Vereadores da América se dirigindo ao Teatro Lulu e seria uma cena e tanto!, mas... oh fucked daimon of tech
 Assim foi feito a luz e assim fui eu com o celular caindo aos frangalhos pro coreto ou algo como fonte procurar o bom ângulo, porque sim: foto é geometria analítica! Também e não somente, só. Saquei umas fotos de algumas crianças por perto antes do ensaio, parentes dos meus amiguinhos que iam estudar no Seareiros, acho por terem uma família de merda rachada talvez como a nossa lá em casa, mas com menos recursos, é obvio, entretanto eu consegui somente uma música do ensaio gravada no cel lá fora e devidamente salva em algum canto da rede (web) e o frangalho da bateria do Sony do Jonny me deixou a somente ouvir o baque, nas mãos, como se diz.
Mais que rápido eu fui ate ao hall de entrada do Teatro Lulu, corri atrás de uma tomada que me permitiria fazer a gravação mais tosca que haveria também de ser a mais importante talvez de minha vida (seriam as coisas toscas as dicas em déjà vu daquilo que Deus nos puxa a orelha e Diz: Preste atenção que agora vem o Plot principal do teu roteiro, filho.(?) Mas parei ali como um tosco que sou, sentado numa marquise, com o celular fodido rachado num ponto do hall de entrada em que eu veria a banda baque grupo entrar com todos os Orixás desse canto do interior de São Paulo. E até que devidas as proporções, fiz bem ta.
E foi assim mesmo que por uma crise de rinite, ela adentrou por ali com os melhores cabelos que tu virias na face dessa terra que tu não enxergas, se espirrando como uma deusa em giro tresloucados, foi ao banheiro mais próximo, e bem próximo porque ouvi a danada se acabar em assoou na pia, e esse meu amigo, Esse meus amigos, foi o meu canto do pássaro do início dessa narrativa. A lírica que só nós escutamos. O nosso chamado. A porra de um respingo de ranho saindo das entranhas da moça do punhado de dollar (que já será explicado) foi pra mim o canto de sereia das histórias da carroçinha. - Eta vida besta!
Como um bom moço, que fique claro eu ainda não tinha o interesse que de fato irei demonstrar mais a frente, era necessário que eu largasse o fodido Sony e corresse até a porta do banheiro e perguntasse:
- Tá tudo bem aí?
Obviamente ela estava brava, era uma interrupção causada pelo ferrado corpo ao trabalho que deveria ser feito, no caso tocar o Agbe, mas enfim, merda de rinite é merda de rinite, depois de meio minuto, sai um ser desgrenhado e mais alinhado possível lá de dentro e grunhe:
- Caralho, vão pensar que estou cheirando pó!
Cara, tu tens noção do que é encontrar alguém tão espontâneo como tu pra te dizer uma merda dessas, sem nunca ter te visto na vida antes? Puta que o pariu, ali tava uma dona que merecia atenção. A crise voltou, ela soltou outro “caralho” dos seus belos lábios e saltou para dentro do banheiro. Eu fiz o que poderia ter feito, voltei para o celular Sony fodido e quietos no nosso canto com o fio na tomada, e foi muito abalo para uma crise de apresentação nesse coração. Estava no que diria, transe. Ou, choque.
Explicado assim eu tinha bem pouco tempo okay, para saber como poderia abordar um ser daquele naipe, daquela vibração, alguém que se apresenta com uma frase dessas é alguém totalmente imprevisível, e eu também de certa forma estava a trabalho e não podia ser abatido ali, fulminado no chão do LuLu, entenda? Um homem é um homem por mais que ele esteja na rua, ta! Ou sendo assim dito, eu gostaria à partir dali, poder demonstrar que também estava em trabalho, e sendo assim o que eu poderia fazer era gravá-la em silencio, quando ela entrasse com a trupe toda do baque, e depois com algum material de filmagem nas mãos, bem tosco aliás, tentar descobrir em que rede ou número iria chegar até a rainha do rinite. Era o meu melhor a fazer.
Porém ela tinha outro plano. Era o melhor dela. Somos dois lados da mesma moeda, lembra-se? E o canto ali é muito mais espontâneo e elaborado que esse farrapo de bateria de memória nesta folha de papel eletrônico de um escritor beat.
A mulher sai do banheiro, vem até mim, pergunta se a garrafa de água ao lado da mochila é minha, pede emprestado, vai até o bebedouro e sorve o líquido numa garganta languida de espirro. Puta que o pariu! O que pode alguém com alguém assim?
Ela voltou sorrindo:
- Minha cara deve estar arruinada, né?
- O que posso eu dizer, melhor seria a sua cara que a tua alma, não é?
Rolou um certo silêncio sabe. Então com a gentileza de um Sir monge eu ofereci o plástico:
- Se você quiser pode ficar com a garrafa?
- (ela riu aqui) Você deve tar com nojo, né?
Poxa cara, como é triste você perceber que foi vencido numa noite qualquer de merda alérgica...
E então ela disse o nome desse começo de capítulo:
- Pois bem, te dou um punhado de dollar pelo vídeo de merda que tu conseguirás gravar nesse celular fodido quando eu entrar girando por essa sala, que tal?
E desferiu o golpe de misericórdia:
- Anota o meu número aí, oh besta!
Puta que o pariu, eles irão pensar que nós tínhamos ido ao pó.




2.       -              NO ENSAIO DO BAQUE VIRADO


Sonoridade sugerida entre o primeiro capítulo e este:
Etta James: I Just want to make Love to You



NO ENSAIO DO BAQUE VIRADO
As pessoas iludem-se por não verem que nas estações de trem antigas, em que já passaram torrentes de café imperial fazendo riquezas, hoje passa a vida da cidade como num flash na escuridão da rotina! Andamos nessa narrativa como os mendigos catando torrentes de excesso dos cafés que caiam dos vagões nos trilhos chegando ao porto em Santos SP, tendo descido do interior ao mar, de migalhas em migalhas fazendo o nosso ganha pão, okay.
É do mar que se trata, pois esse ignóbil metido a alfinetar a burguesia logo teria descoberto que a rainha do rinite era das águas. E das águas rasas com corais alfinetados em baixo. Dos recifes ... dos ciclos da Lua e da água, com sangue nos olhos e fogo nas ventas ... E, ah meu caro amigo, tudo que tu tens que descobrir do mar, meu caro irmão, é que: o que a maré traz, a maré leva. Num mesmo corpo; Num ciclo lunar de menstruações de crises monstruais. Então andemos por esses trilhos com cautela, cierto?
Além do lance do mar eu tenho mais algumas coisas para te ensinar, tipo: mulher bonita mesmo que te dê mole, tem dono! Elas detestam essa palavra “dono”, mas tu me entendeste né, brother? Não adiantava ir com sede ao pote! Sendo assim cheguei cedo ao primeiro ensaio que eu iria participar do maracatu na Estação Ferroviária de Americana interior do Estado, um lugar digno de fotos, porque como todo metido a grandezas, alguém “não sei quem” vossa excelência, realizou o maior terminal de ônibus das redondezas bem ali em frente ao ensaio. Obviamente fui subindo as escadas, tendo prendido a magrela (bike) em algum poste ali perto. A vista lá em cima é digna de roteiro. O movimento dos centros urbanos já se faz um “plot” em si e completo por toda a sua vida pulsante, em movimento e improvisos... Mas logo desci as escadas, enchi a garrafa d`água num bebedouro próximo, encostei-me de pronto nas paredes velhas da antiga estação ferroviária, ao lado da magrela sempre e comecei descascar uma banana, pois apesar de meu plano das ruas vingar em nada de resiliência criativa, eu ainda andava pelas ruas e chegava somente para dormir na casa da família rachada.
E cara, será bem nessa hora que tu tens uma casca de bananas nas mãos que o demônio costuma atuar, nos detalhes. Guarde isso. E dali ela apareceu ao longe, desfilando enquanto descartava o resto da vida ao lado como o seu ritmo, tranças de cabelo loiro pra lá, tranças de cabelo loiro para cá. Sou uma merda, admito, mas como a casca deverás já havia sido notada, por quê não mantê-la na mão enquanto ela te dá um beijo de cumprimento nas bochechas?:
- Sabia que eu também vou à nutricionista? (pqp dos infernos) e continuou “Mas guardo os segredos em casa, não costumo comer em público. È falta de classe!
Pois bem, o que fazer numa hora dessas é demonstrar que tu também tens talentos, e de investigação.
- Ok senhorita vou à nutricionista, é Agatha seu nome, não é... né ... é esse o seu nome ... eu fiz pesquisa sim ,ok ,(continuei)... eu li no teu linkedin que tu fizeste teatro, e eu só gostaria de dizer que logo ali em cima, lá neste terminal de ônibus onde nem morcego parece subir, é uma locação animal, sabia?... irada e tu nem deves saber ... (e ai meu amigo, é a hora que você lança a isca): “caso tu queiras eu escrevo uma cena e você poderia atuar”, “Quem sabe viraliza, quem sabe ficamos ricos, e começamos do víral para saírmos dessa merda de lugar...”
Pode ser tenha sido por dó, mas tu verás que colou. Yeap!
- Bom a merda ta no cu de quem caga. Disse a gata e continuou. - Para mim é uma cidade como todas as demais nos países que já passei, e cheia de homem besta tentando impressionar um rabo de saia ...
- Pode ser. Contanto se tiveres a razão, ainda assim seria melhor tentar e conhecer a locação enquanto te falo dos países que eu conheço, não seria?
Até que essa foi boa frase, porque não teve assim tanta resistência na afirmativa. As pessoas gostam de canal de viagens, não é verdade, caríssimo livreiro? E eu pensei “essa filha da puta vai me beijar, e essa filha da puta tem dono, o quê ela não te dirá antes de te por na teia dela! Pah, dito e feito!
Caralho que merda porque foi bom demais! Foi bom pra caralho! E a locação se fez perfeita aos nossos pés de um início de mistério com banana nos dentes... Porra! Se há algo que levamos para outra vida da qual nunca nos esqueceremos da vibração do ser que está contigo será nessas horas, acho seria nessas quebras, é esse? Seria o momento algo para sempre, Sr. Fonte Primeira do Universo?
Mas tudo bem, não era permitido que aos demais aquele pequeno segredo fosse revelado porque no esconderijo é que devem-se manter os tesouros, até que não lhe roubem as coordenadas do mapa, e tão logo eu e Agatha descemos, ali no meio de ônibus e gente suada, e paramos quietos na porta do mausoléu de ferro em aguardo e como disfarce, catei uma maça que tirei da mochila e tasquei minhas garras e presas no fruto.
Depois disso, enquanto todos foram se achegando, beijos em rostos daqui e dali, aquele social todo quando o mais que você quer é que tudo acabe logo, o papo pendeu para uma coisa brava de psicanálise. Eu disse a ela que não levo nem os meus dois cachorros vira-latas com nome gringo na análise.
- Por gentileza, não desmerece Lacan tá. Caso tu queiras dizer que Freud foi um machista filho da puta entraremos em acordo, mas o ensaio do desejo e da falta em Lacan é digno de palmas.
- Se tu diz!
- Se o mundo tivesse a tua humildade e pouca arrogância, cara, estaríamos salvos da Terceira Guerra mundial ocorrer, okay? – Desferiu a belezura.
- Se tivesse o planeta, pois bem, cheio de mulheres que se caem todas por palavras de velhos falastrões, estilo destes teus ídolos do machismo analista, todos teriam mulher e homem não entrava em guerra por ganância, ta!
Pah, pela primeira vez eu tinha ganho e tinha que comemorar né. Yeahhhhh, Eu soltei um sorriso sarcástico, fazendo um movimento de punch de baixo a cima.
- Velhos falastrões cínicos constroem o mundo em que tu desfrutas, enquanto o humano que tu defendes, demasiados feito tu o quê dizem?...  ficam ali chupando dedo e banana, escrevendo ensaios mais caídos a poesia, que ninguém lê...
- Pois bem, senhoura, então tu também foste pesquisar o que já escrevi, foi xeretar nos meus perfis, foi “folhear” (desenhei as aspas com as mãos enquanto falava)  nos meus poemas na rede, pois bem senhoura dona de si, eu sempre serei mais humano que cínico, por mais que aja um cínico te esperando em casa agora!
E ai, meu irmão, ela chegou bem perto mesmo de mim, quando a gente chega arrepiar a coluna vertebral, e foi puro veneno no meu olvido direito dito:
- Se Nietzche estivesse vivo eu beijava a boca dele!
La Putte que ti o pariu mano.
Bom, tínhamos depois disso que disfarçar e ensaiar esse canto para Orixás verem e sentirem. Fiquei todo doído e suado porque aquela alfaia pesa pra cacete, enquanto a rainha da rinite ficava lançando aquele “chocalho” pros ares dançando na nossa frente. Merde. Eu teria que chamar a retaguarda pro meu lado, senão seria batalha perdida mermão, por fraqueza nas pernas.  O que fiz?
O que fiz foi dizer que eu estava mal, doido pra caralho por falta de costume no campo de batalha, e que eu precisa ir senão não conseguiria trabalhar no dia seguinte (essa parte de trabalho era um puta mentira deslavada, mas caiu bem, ta).
Foi assim que daquela vez, saí vencendo, talvez. Nunca saberemos, porque o outro lado, ela, irá afirmar que me surrou que nem cachorro vira-lata naquela primeira conversa, e, sendo que, já que eu sabia que ela nunca iria embora comigo naquela noite, a gente sempre parte primeiro, besta!
 Era mais digna dela sonhar com a boca do Nietzche enquanto beijava a de algum outro namorado, desavisado do tiroteio que acabava de entrar, obvio.
Le Putte que ti o pariu, se fôssemos vivos!
Mas admitamos, rainha do rinite, somos dois ingênuos tentando sobreviver nas beiradas das emoções que nos cabem? Não é?
E isso faz um puta barulho, isso faz estrago nos outros!
Soube o que precisava dali, que o próximo encontro seria no ninho das cobras: Sindicato dos Trabalhadores (CUT)... em frente a praça do avião que nem mais ali existe!
Desastroso bem sei, meus ídolos, mas eu fui na sede do ofídico!
Missão dada pela circunstância da vida, será sempre missão cumprida por mim, okay!



  
3.       -              NO NINHO DAS COBRAS




O Povo já tava era puto com aquilo tudo sabe. Eles sabiam que estávamos nos pegando e iria sobrar veneno para todo lado. Então nada como ter como pano de fundo da batalha o ninho da hipocrisia do sindicato dos trabalhadores da CUT de cenário, pah, foi sensacional!
Que seja bem dito que a vida que vale é feita através de pessoas que vibram a vida! O momento, o presente do suor correndo! Numa intensidade que te chocaria a mentira, ta! Essa corja que trabalha em sindicato nunca apertou uma porca numa fábrica, então vão para puta que te os pariu!
Nós sentamos lado a lada no chão para assistir uma palestra que se passava na França e no Recife, capital do Estado de Pernambuco, Brasil. Tomei um café doce pra caralho, e ela tava com vergonha porque disse que veio sem banho e deveria tar fedendo. Eu já tava puto pra caralho de tar ali, nem confirmei nem neguei, o tal cheiro, tava era me fazendo bem senti-la perto e abstrair a minha traição com a raça operária de verdade, então foi bem legal ver o povo ficar irado porque a gente tava o tempo inteiro mais se olhando nos olhos e falando merda do que obviamente, interessado em ver francesa e francês xarope tocar baque do Recife, né. Poupem-nos, okay! Porém num momento exato eu disse, disse que se me quisessem como músico de alfaia em Paris, teria ficado fácil:
- Você fala francês?
- Estudei oito meses no Brasil e depois aprendi no role.
- Então a informação mais importante da palestra taí óoo : (e olhamos para o vídeo que já terminava e estava nos créditos) _ estava escrito o e-mail da tal produtora que fez o vídeo. Ela tirou uma foto para me passar esta informação, já que o meu cel ainda era o Sony fodido do Johnny.
Puta que o pariu que merde, a mina era responsa! Para caralho!
Daí o papo vai e o papo vem, foi feita tipo uma assembléia (afe, se o demônio vier virá numa assembléia!) explicando mudanças internas ao coletivo Maracatu Estação Quilombo.
Como nem eu nem ela somos efetivamente parte de coletivos, logo depois do blá blá, Ela me ofereceu uma carona e saímos.
Obvio, a carona teria que ser pega numa esquina a distância. Lembre: ninho, cobras, veneno! Zé povinho mimimi
Puta que pariu, que noite!
Mas á partir dali, cara, a coisa iria desandar num lance muito muito muitooo inesperado da nossa parte, porém chato pra cacete!
Sentimento é coisa de merde que só no cu que sente saberá na cabeça de quem irá cagar, ta!
Guarde essa!
Porque dali eu somente a veria rápido duas vezes mais, na minha existência até essa silenciosa penumbra atroz de silêncio que me trespassa ate nesse instante.
A sociedade é um ninho burguês de víboras! O quê mais tem nesse país é buraco para procriar vermes e vermes de quem vão nascendo mais vermes, que ainda sem a educação adequada em casa e nas miseráveis escolas, para que no mínimo tivessem se tornado pessoas comedidas em silencio nos comentários desastrosos sobre outrem.
Merda de Zé povinho vitrinista, amostrista daquilo que não vos cabe ou vos conheceis... porra!
Daí o que se formam: sindicatos da justiça da boa conduta da moral pelo consenso burguês médio não estudado brasileiro_
Se torna uma puta de uma sociedade doente, sociedade de merda bipolar que te julga! Te julgas como se tivessem vivido mil anos para poderem julgar, quando se muito, passam dessa existência rasa na Terra como experiência do espírito!
Eu nunca mais a veria sorrir, sabe?
Ter essa espontaneidade doce que começou desgrenhada em poeira saída de um banheiro de teatro, e terminou consumida por um bando de falatório de vorazes cabeças de medusa...
Quero que a central unida das pessoas que nunca trabalharam em prol do bem estar coletivo desse país de larápios Vão tomar no centro dos vossos cus!
Vamo pro lance do suporte sahaja do fogo, okay até aqui?




4.       -              O LANCE SAHAJA DO FOGO

Música sugerida para essa passagem do terceiro para o quarto Ato:
John Lee Hooker - Hard Times




O LANCE SAHAJA DO FOGO
É um suporte de vela que passa pelo lado esquerdo do corpo para a limpeza dos antepassados do superego, que eu enchi de bombom quando levei para ela.
Esse foi o lance. E foi através desse lance que eu aprendi, por duros golpes, que na meditação há muito fogo! E fogo vira e mexe queima, né?
O CCL – Centro de Cultura e Lazer, de Americana, é um lugar deverás bacana para locação de fotos, e para perder o fôlego também!
Como eu costumo dizer: Caro Deus, A vida não é fácil para quem pulsa!
Mas como Dean já nos disse pela voz do irmão Kerouac, “mas não seriam essas mesmas pessoas por quem vivo e para quem vale ela (vida) a pena?”
Assim que estávamos indo bem nos nossos intervalos para existência cotidiana, apesar da Agatha já me ter alertado que estavam tentando ferrar com ela. A verdade é que eu deveria ter levado mais em conta de atenção aquela expressão: “Ferrar comigo”,  ferrar, mas quem? “Aquelas feminazis fdp, você não entende?”
E eu não entendi.
Na real, eu entendia. Mas enquanto nadar no raso está bom, ninguém sai por causa de qualquer correnteza, não é?
O fato é que não foi qualquer correnteza, cara!
Alguém sairia morto.
E todo ser que sente, por mais egoístas que fossemos, morre um pouco ali também. Si enterra ali também, okay!
Porra! Foi uma bosta quando eu ouvi depois que voltei do tempo no cafezal do Sama, o mesmo esquema do império, quando eu ouvi sobre o acidente.
Gelei de medo que ela estivesse machucada.
Depois, foi uma bosta, um inferno você nem imagina! Mas o quê eu mais fiquei puto é que não tinha um amigo das antigas que quisesse deixar por uma hora de ser o saco de batatas pau mandado de um casamento qualquer fadado na mesmice da vida cotidiana rasa, ninguém, ninguém cara, quis ouvir o que eu tinha para dizer sobre aquilo tudo!
Muito menos ela, a Agatha.  E isso foi o que mais doeu, mano.
Á partir dali eu nunca mais a ouvi, ao menos, um dia rápido ela apareceu na sahaja para que eu dissesse que estava muito feliz por vê-la bem e viva!
Mas para quê essa merda tem que ser dessa forma?
Por que pessoas se acidentam ou se querem acidentar?
Para causar um bruto estrondo, o barulho nelas mesmo até o sangue jorrar por completo, no desenvolvimento atordoado pelo atraso do ato impensado delas mesmas como ser, pois tudo na Terra continua como sempre foi até o seu ato heróico, homem: um mundo cão, um planeta vira-lata... besta fera! Tu vives, não vives?

Aquilo tudo foi o maior balde de água com gelos que pudesse cair sobre as nossas cabeças, na minha e na da Agatha, apagando por total toda a vela quente que quiséssemos passar sobre o lado esquerdo do corpo, tentando abafar qualquer passado que não poderíamos criar diferente á partir dali. Ou o arcobaleno do lado direito, wherever.

Mas que merda, a gente se curte, se gosta e ponto final!
Mas em que merda de interior burguês moralista nós nos metemos para descobrir isso:
Em cu que caga sentimento nós nunca iremos controlar!

Portanto não existem culpados muito menos vitorioso

Existe o seu silêncio atroz, rainha do rinite,
Mas que porcaria vem a ser alguém morrer a dois!

Etâ vida besta!
Deixe-nos existir no exílio, pois só lá a vida é vida sem Terra! Sem a terra na veia daqueles que pulsam o Espírito Imortal!
Dear Goddess, material life ain`t true!




5.  -        A POESIA QUE DEU LUZ A PROSA



- tive que ser dramático, amoré, pois do poema lírico em prosa abaixo, escrito meio as pressas noite passada, surgiram os quatro capítulos atos acima, escritos nessa manhã e tarde. Então é assim que seguimos, numa rinite alérgica causada por uma sociedade burguesa metida à besta. E nós, como belos demônios, fomos os melhores representantes da genialidade do improviso do jazz na distância do nosso silêncio um com o outro, ainda a ressonar nas noites mal dormidas. Mas que merda! Etâ vida besta! -


Orixás, _não canto para enganar, _vou cantar n´outro lugar

Uma cantata por Acantiza.






@gigimichalsky



Não anoteis absolutamente nada na areia sob os teus pés, o mar por tua vista, além das palavras na advertência que segue, _ cena1- praia de maré alta:
- Quando ela vier para dançar até ti, numa feição diferente, diferente de todas as outras que ela já mostrou, em absoluto até aquele momento crucial, serás o último segundo a vê-la!
_ cena2- praia de maré baixa:
E quando começares por ouvires na primeira fala dita, gentilmente lance os dados, cara! -
Corra cara! Antes, antes                  
Que na boca que já foi o beijo desenhe-se sem a premissa e
 Solte ainda que sem os vossos soluços de fundo sobre o fogo da pesca
Solte a oferenda daqueles que foram ao mar; dos destinos nunca escritos por outros poetas,
Soltas o canto para Yemanjá!

O mar é tão imenso, a onda é tão intensa, não é, Brisa?
Não nos deixe sem saber, Breu
Orixás! Orixás?
O quê ti disseram os guias?

O quê eu disse que não caiu bem nos teus planos?

1)      E tu não acharás mais dona que o queira na mesma flor, deitados no assoalho de uma mesma nau a vela;
2)      Não acharás mais cheiro que tenha a mesma cor daquele cabelo molhado no sol sotero,
Polígono.
Bica.
Pois o chão de vidro começou a ser bordado nas pétalas do vestido estampado no solo enquanto ela dizia, e só ela tem a chave de ser ali o mantra primordial da imaginação dita:
“Você é um cara maravilhoso e super interessante... ”...

Ah maldito sois som infernal, sempre existe uma pausa

O suspiro do hálito dos momentos que jamais serão depois daquilo!
Os recortes de dias re-compartilhados até aquele instante, ah infernais demônios, sois vós!

Ah esse momento que transforma todo o passado lírico em lodo
Em um nodo de lama espessa pr`aquilo que foram os likes; os arrasous
Fomos nós?

Pra fazer disto agora o barro?
O barro seco da estátua argila na bomba, qual bomba o coração?
É isso nossa alma escura agora, queda! Destempero; descontrole; fuga...

Se sorrires numa selfie-portrait, então me explica gentilmente:
- A gênese se deu por um ato de soma ou por um ato de divisão, Sr. Fonte Criadora Universo?

Não não

 Há quem venha acobertar o vosso coração delineando com lógica os avisos dados
E agora as pistas para o mistério da queda, quê revelam vós?

Ah apego destruidor, por que sofres pelo aquelo que nunca foi teu!?
Ah som maldito “Você é...

Eu fui. Eu fui você!
Agora não mais sou eu!
Até que o vento me navegue para dentro de mim de novo,
Porque até que o Espírito puro sopre em dispor no chegar n`outra borda do mistério romance,  a paquera esta que será infinita num horizonte de momentos perniciosos ainda teus, serei eu,  e o dia de Yemanjá jamais findará na Deusa que quis pra  ti no nosso altar, no entardecer do principado das marés humanas, sendo em barro, em pétalas e, agora,
No sal.

Boca da minha boca
Venta!

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